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NO RIO GRANDE DO SUL

Nova reunião promete desfecho para polêmica do herbicida 2,4-D

No encontro marcado para a próxima semana, as indústrias que produzem o defensivo devem apresentar sugestões para lidar com o problema

23 de maio de 2019 às 14h57
Por Bruna Essig, de Porto Alegre (RS)
aplicação de defensivo

Foto: Canal Rural

O prazo de 30 dias dado pelo Ministério Público ao governo do Rio Grande do Sul para se posicionar sobre o uso do herbicida 2,4-D na próxima safra chegou ao fim nesta quinta-feira, dia 23. Segundo o promotor do caso, Alexandre Saltz, não houve resposta.

Fruticultores do estado alegam perdas milionárias nos pomares devido ao contato com o agrotóxico. Segundo eles, o produto é aplicado em lavouras de outras culturas e acaba se espalhando pela região por causa da deriva – quando parte da aplicação é carregada pelo vento, por exemplo.

A Secretaria de Agricultura informa que vai aguardar a reunião agendada para o próximo dia 31 de maio, quando o MP vai ouvir, novamente, os fabricantes do defensivo e os técnicos da pasta. “Após isso, vamos poder ter um encaminhamento definitivo”, adiantou Saltz.

Desta vez, as indústrias devem apresentar, ao ministério e à secretaria, sugestões e soluções de como lidar com o problema do 2,4-D, que tem atingido a fruticultura gaúcha, especialmente na fronteira oeste.

Fruticultores pedem mais um encontro

O Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), a Associação Gaúcha dos Produtores de Maçã (Agapomi) e Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva) solicitaram mais uma reunião com a promotoria, na próxima segunda-feira, dia 27, em Porto Alegre.

“Vamos reforçar a nossa preocupação em relação à próxima safra. Logo inicia a poda e, em setembro, tem início a brotação”, alerta o diretor de Relações Institucionais do Ibravin, Carlos Paviani.

1 comentário

  1. Paulo em 23 de maio de 2019 às 20:57

    Só tem uma solução: banir esse agente da morte!

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Nova reunião promete desfecho para polêmica do herbicida 2,4-D

No encontro marcado para a próxima semana, as indústrias que produzem o defensivo devem apresentar sugestões para lidar com o problema

23 de maio de 2019 às 14h57
Por Bruna Essig, de Porto Alegre (RS)
aplicação de defensivo

Foto: Canal Rural

O prazo de 30 dias dado pelo Ministério Público ao governo do Rio Grande do Sul para se posicionar sobre o uso do herbicida 2,4-D na próxima safra chegou ao fim nesta quinta-feira, dia 23. Segundo o promotor do caso, Alexandre Saltz, não houve resposta.

Fruticultores do estado alegam perdas milionárias nos pomares devido ao contato com o agrotóxico. Segundo eles, o produto é aplicado em lavouras de outras culturas e acaba se espalhando pela região por causa da deriva – quando parte da aplicação é carregada pelo vento, por exemplo.

A Secretaria de Agricultura informa que vai aguardar a reunião agendada para o próximo dia 31 de maio, quando o MP vai ouvir, novamente, os fabricantes do defensivo e os técnicos da pasta. “Após isso, vamos poder ter um encaminhamento definitivo”, adiantou Saltz.

Desta vez, as indústrias devem apresentar, ao ministério e à secretaria, sugestões e soluções de como lidar com o problema do 2,4-D, que tem atingido a fruticultura gaúcha, especialmente na fronteira oeste.

Fruticultores pedem mais um encontro

O Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), a Associação Gaúcha dos Produtores de Maçã (Agapomi) e Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva) solicitaram mais uma reunião com a promotoria, na próxima segunda-feira, dia 27, em Porto Alegre.

“Vamos reforçar a nossa preocupação em relação à próxima safra. Logo inicia a poda e, em setembro, tem início a brotação”, alerta o diretor de Relações Institucionais do Ibravin, Carlos Paviani.

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  1. Paulo em 23 de maio de 2019 às 20:57

    Só tem uma solução: banir esse agente da morte!

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