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FALTA DE ABASTECIMENTO

Navios do Irã: ‘precisamos escoar esse milho o mais rápido possível’

A Aprosoja-MT ressalta que daqui alguns meses, a safra de soja começará a ser plantada e os produtores rurais vão precisar de espaço nos armazéns

25 de julho de 2019 às 10h49
Por Canal Rural

Os preços do milho podem começar a refletir o impasse sobre o abastecimento de dois navios do Irã que estão parados no Porto de Paranaguá. Isso porque a Petrobras se recusa a fornecer abastecimento, alegando que pode ser alvo de punições de Washington em função das recentes tensões entre Estados Unidos e Irã. O Brasil foi alertado pelo governo americano de que empresas brasileiras, incluindo portos, que ajudem a viabilizar o comércio de produtos para o país estão sujeitas a sanções.

De acordo com o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Antônio Galvan, a situação preocupa o setor, que precisa ser escoado o mais rápido possível uma safra recorde do grão.

“O fato é que a safra é recorde e nós precisamos escoar isso. Este produto (milho) não está indo e outros navios estão deixando de ser embarcados. Esse produto fica retido internamente, ocupando armazém e pode intervir no preço”, disse.

Galvan ressalta ainda que daqui alguns meses, a safra de soja começará a ser plantada e os produtores rurais vão precisar de espaço nos armazéns. Ele questiona ainda o tamanho do impacto do setor caso o Irã decida comprar o produto de outros países. “Não temos como opinar no relacionamento institucional entre países, mas deixa a gente com preocupação.”, ressalta.

O Irã é o maior importador individual do milho brasileiro. De acordo com a Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), o Brasil exportou ao país no ano passado 6,2 milhões de toneladas do cereal, cerca de 35% da produção total do estado.

Nova call to action

4 comentários

  1. Elias Verissimo em 25 de julho de 2019 às 18:44

    Não temos que se preocupar com estados unidos minha gente isso aqui é Brasil

  2. Carlos em 25 de julho de 2019 às 21:35

    O problema entre os EUA e o Irã é deles, não podemos ficar refém desse impasse. Não temos problemas com o Irã e o nosso comércio internacional tem que funcionar. Porque se não podemos abastecer navios que buscam nossos produtos porque os EUA ou qualquer outro país não querem, isso indiretamente caracteriza-se uma sanção econômica. Eles que resolvam os seus problemas sem querer mandar nos outros.

  3. ciro em 26 de julho de 2019 às 02:49

    Eu só queria olhar na cara dos produtores que apoiaram esse CANALHA de extrema direita nas ultimas eleições e gritaram Mito…. toma o troco idiotas.

  4. joa silca em 26 de julho de 2019 às 07:00

    temos o pior presidente da história. aliás NÃO TEMOS presidente uma vez q ele governa para uma minoria e para os EUA

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FALTA DE ABASTECIMENTO

Navios do Irã: ‘precisamos escoar esse milho o mais rápido possível’

A Aprosoja-MT ressalta que daqui alguns meses, a safra de soja começará a ser plantada e os produtores rurais vão precisar de espaço nos armazéns

25 de julho de 2019 às 10h49
Por Canal Rural

Os preços do milho podem começar a refletir o impasse sobre o abastecimento de dois navios do Irã que estão parados no Porto de Paranaguá. Isso porque a Petrobras se recusa a fornecer abastecimento, alegando que pode ser alvo de punições de Washington em função das recentes tensões entre Estados Unidos e Irã. O Brasil foi alertado pelo governo americano de que empresas brasileiras, incluindo portos, que ajudem a viabilizar o comércio de produtos para o país estão sujeitas a sanções.

De acordo com o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Antônio Galvan, a situação preocupa o setor, que precisa ser escoado o mais rápido possível uma safra recorde do grão.

“O fato é que a safra é recorde e nós precisamos escoar isso. Este produto (milho) não está indo e outros navios estão deixando de ser embarcados. Esse produto fica retido internamente, ocupando armazém e pode intervir no preço”, disse.

Galvan ressalta ainda que daqui alguns meses, a safra de soja começará a ser plantada e os produtores rurais vão precisar de espaço nos armazéns. Ele questiona ainda o tamanho do impacto do setor caso o Irã decida comprar o produto de outros países. “Não temos como opinar no relacionamento institucional entre países, mas deixa a gente com preocupação.”, ressalta.

O Irã é o maior importador individual do milho brasileiro. De acordo com a Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), o Brasil exportou ao país no ano passado 6,2 milhões de toneladas do cereal, cerca de 35% da produção total do estado.

Nova call to action

4 comentários

  1. Elias Verissimo em 25 de julho de 2019 às 18:44

    Não temos que se preocupar com estados unidos minha gente isso aqui é Brasil

  2. Carlos em 25 de julho de 2019 às 21:35

    O problema entre os EUA e o Irã é deles, não podemos ficar refém desse impasse. Não temos problemas com o Irã e o nosso comércio internacional tem que funcionar. Porque se não podemos abastecer navios que buscam nossos produtos porque os EUA ou qualquer outro país não querem, isso indiretamente caracteriza-se uma sanção econômica. Eles que resolvam os seus problemas sem querer mandar nos outros.

  3. ciro em 26 de julho de 2019 às 02:49

    Eu só queria olhar na cara dos produtores que apoiaram esse CANALHA de extrema direita nas ultimas eleições e gritaram Mito…. toma o troco idiotas.

  4. joa silca em 26 de julho de 2019 às 07:00

    temos o pior presidente da história. aliás NÃO TEMOS presidente uma vez q ele governa para uma minoria e para os EUA

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