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CARTA AO PRESIDENTE ELEITO

Mais de 70 entidades pedem a Bolsonaro fim da tabela do frete

Lei que criou preço mínimo para o transporte de cargas está em vigor desde o início de agosto; valor da multa para quem descumprir a medida pode chegar a R$ 10,5 mil

22 de novembro de 2018 às 08h03
Por Canal Rural
Bolsonaro

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Mais de 70 entidades, entre elas algumas ligadas ao agronegócio, enviaram ao presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), uma carta aberta contra o tabelamento do frete. A lei que instituiu a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas foi sancionada pelo presidente Michel Temer e está em vigor desde agosto. A medida fez parte do pacote que o governo negociou com os caminhoneiros para pôr fim à paralisação da categoria, que aconteceu no fim de maio.

Segundo o documento, a aplicação de preço mínimo para o frete rodoviário representa aumento de 100% no custo de transporte e inflação nos alimentos. “Com isso, o custo de vida da população aumentará, assim como o custo de produção, o que desestimulará o setor produtivo a investir e gerar empregos”.

As associações envolvidas também citaram que a medida gera insegurança jurídica e desrespeita a Constituição. Além disso, a carta diz que o tabelamento do frete atrapalha a competitividade da economia brasileira ao aumentar a burocracia e os custos dos produtos brasileiros.

“São mais de 60 questionamentos judiciais contra a tabela de fretes, inclusive no Supremo Tribunal Federal (STF), além do questionável processo de regulação proposto pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que não respeitou prazos e passará a multar empresas antes mesmo de definir as regras que devem ser obedecidas sobre a tabela de fretes”, informa o documento.

No início de novembro, a ANTT definiu que as multas aplicadas a quem descumprir os preços mínimos da tabela do frete rodoviário poderão chegar a R$ 10,5 mil.

19 comentários

  1. Jandira Paula de jesus da Silva em 22 de novembro de 2018 às 09:53

    Bom dia não achei essa empresa que está pagando a tabela só si for você porque as transportadoras de santos nenhum está pagando

  2. […] Mais de 70 entidades pedem a Bolsonaro fim da tabela do frete […]

  3. Adao.adan@hotmai.com em 22 de novembro de 2018 às 10:26

    Bom os que estão preocupados com a tabela são aqueles estão acostumados a explorar o caminhoneiro bem que ser não houver mudança vai acabar a Frota já tá sucateada agora que tá mundano o quadro

  4. Edilson em 22 de novembro de 2018 às 10:57

    Não entendo como a tabela de preço do transporte pode aumentar em 100% o produto final, sendo que o valor do frete não está dobrando, a Petrobrás para não levar prejuízo tem uma política assegurada que mantém o reajuste com índice mundial, nos caminhoneiro somos como uma empresa, não podemos pagar a conta sozinho.

  5. Jonas grangeiro de Oliveira em 22 de novembro de 2018 às 11:23

    Se fosse pra aumentar o salário dos gravatas seria como sempre foi batia o martelo e pronto não ia pensar nos custos para a população o agronegócio não iria produzir menos e etc… Mais como é para aquele que sacrifica a vida deles e da sua família para poder cumprir com suas responsabilidades não vale nada ho profissão esquecida depois de tanto tempo sem conseguir um aumento quando consegue aí vem grades empresários do agronegócio e outros querendo tirar pois o aumento tem que ser pra eles aí sim danisse a população pois ele não vai baixar o seu produto até dizer não esse sim é o preço que a população pode pagar kkkk pimenta no dos outros e refresco vem pra dentro de um caminhão passar o que nois estamos chegando agora natal e ano novo longe de casa da família dos amigos próximos é isso aí motorista de caminhão é sentar na cadeira de frente com o volante e morrer nela não é profissão motorista pra muitos nem é serhumano é isso ai feliz Natal e ano novo
    a todos.

  6. João Luis trentini em 22 de novembro de 2018 às 12:03

    Querem matar os caminhoneiros e só os empresários querem o lucro teremos que parar o Brasil como acontece em outros países tdo sempre aumentando e o frete sempre abaixando pesquise o frete que é pago ao CAMINHONEIRO A 5 anos atrás e hj

  7. João Luis trentini em 22 de novembro de 2018 às 12:05

    TEMOS QUE PARAR PRA NAO PERDERMOS

  8. DAVID BOECHAT MARTINS em 22 de novembro de 2018 às 12:56

    Fica combinado assim: nos acabamos com nossa tabela mínima de fretes, depois que acabarem com o valor mínimo das passagens de ônibus, de táxi, do Uber, nos supermercados…etc.
    E o Agronegócio usurpador aceite receber o que eu quiser pagar. COMBINADO!!!

  9. Marco Antônio cortez em 22 de novembro de 2018 às 13:19

    Estao ricos agora chegou a hora dos caminhoneiros si mexer na tabela paramos di novo com certeza por tempo indeterminado

  10. Olavo Pan em 22 de novembro de 2018 às 15:31

    Para estas 70 entidades, comprem caminhão e transporte suas próprias cargas e está resolvido problema não contrate o autônomo.

  11. Gimael rocha prates em 22 de novembro de 2018 às 16:25

    Boa tarde!
    Sem a fiscalização para que se cumpra a tabela e sem a mesma em pouco tempro os caminhoes serao vendidos nao para lojistas mas para a GERDAU para serem derretidos como SUCATA…

  12. Estanislau em 22 de novembro de 2018 às 16:50

    Eu caminhoneiro autônomo veja a tabela de frete como uma conquista, no qual TDS os territórios brasileiro as empresas e transportadoras faziam o que queria com o frete .ex na falta de caminhões eles subia o frete na falta abaixava sem contar que as transportadoras ganhavam até 50% em cima dos caminhoneiros gostaria que prevalece essa lei pela conquista dos caminhoneiros

  13. Wdson MS em 22 de novembro de 2018 às 23:16

    Sou caminhoneiro ate agora nao vi nenhuma empresa pagando pela tabela. Povo quer ver nos morto. Tudo sobe combustivel pneus manutenção peças tudo subiu menos nosso frete.. poca vergonha todos setores sempre subindo e nos nada..

  14. Valdemir galo em 22 de novembro de 2018 às 23:47

    O problema maior em toda essa jogada está no lucra de uma classe econômica chamada agronegócio; uma classe que a anos vem tendo recordes em cima de recodes, tanto em produção como em lucros. Estranhamente seu principal parceiro para tal, acumula anos de prejuízos causando uma defasagem na frota principalmente dos autônomos que geralmente ficam com as piores cargas leiloadas a menor preço.
    O agronegócio acostumou a ter seus insumos para plantio a preços mínimos que custeiam apenas o gastos do óleo diesel do transportador.
    Geralmelmente no pico da safra, com a alta oferta de cargas, até pagam um pouco mais para satisfazer suas necessidades e depois incha- se o mercado com caminhões novamente trabalhando nos leilões de fretes que mau paga o diesel.
    É humilhante para a classe prestar serviço a um setor tão produtivo e rentável, ficando longe de casa, recapando um pneu as vezes duas vezes ou mais, amarrando peças com borracha ou arame em veículo obsoleto e ultrapassado, pagando altos juros de financiamento.
    Quanto não bastasse os subsídios do governo dados ao agronegocio e é garantido aos caminhoneiros apenas pela raça! querem tirar mais oque da classe?

  15. Luis Gomes em 23 de novembro de 2018 às 00:58

    Boa noite.
    Engraçado vou carregar de Uberlândia MG pra São Paulo por $1.900 sem os pedágios e a transportadora riu quando eu cobrei os valores dos pedágios.
    Gostaria de saber qual transportadora ou empresa no Goiás que esta pagando valor mínimo de frete pra São Paulo.
    Arriscamos nossas vidas pra esses lobistas especuladores encherem o rabo de dinheiro enquanto ficamos mendigando migalhas.
    Todos os dias amanhecem caminhões dentro dos matos sem pneus motoristas amarrados e humilhados, no famoso Ibó da BA motoristas humilhados por ladrões,roubados a qualquer hora do dia, vida boa e segura essa nossa.
    Enquanto isso o Pais é AGRO.

  16. Antônio Carlos em 23 de novembro de 2018 às 01:51

    Vcs sabiam que no agronegócio existe tabela mínima para venda dos produtos baseados em cálculos para cobrir todas as despesas com plantio e colheita e uma margem de lucro, sim é lei, agora tabela mínima do frete não pode entendi…

  17. JOSE FERNANDO ODORIZZI em 23 de novembro de 2018 às 16:43

    EU SOU TRASPORTADOR E EMPRESARIO…..CONCORDO COM A TABELA DESDE QUE SEJA FISCALIZADA,,,TENHO UMA EMPRESA E SEMPRE PAGUEI 30% A MENOS DA TABELA POIS TODOS FAZEM ISSO……AGORA DEVIA SER FEITO COMO A TAXAÇAO DE IMPOSTO POIS NO MANIFESTO O GOVERNO NAO ACEITA CALCULO MENOS DA TABELA PARA RECOLHER 12% COMO O MS,,,O MANIFESTO FICA BLOQUEADO ATE O VALOR CORRETO……O GOVERNO SABE COBRAR OS IMPOSTO QUANDO E PARA ELE….FISCALIZAO SO O DELES DO CAMINHONEIRO NAO QUER NEM SABER

  18. […] semana passada, mais de 70 entidades dos principais segmentos do setor produtivo nacional enviaram uma carta aberta ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, para falar dos prejuízos causados pela tabela de fretes, como riscos de desemprego, entrave no […]

  19. […] semana passada, mais de 70 entidades dos principais segmentos do setor produtivo nacional enviaram uma carta aberta ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, para falar dos prejuízos causados pela tabela de fretes, como riscos de desemprego, entrave no […]

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CARTA AO PRESIDENTE ELEITO

Mais de 70 entidades pedem a Bolsonaro fim da tabela do frete

Lei que criou preço mínimo para o transporte de cargas está em vigor desde o início de agosto; valor da multa para quem descumprir a medida pode chegar a R$ 10,5 mil

22 de novembro de 2018 às 08h03
Por Canal Rural
Bolsonaro

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Mais de 70 entidades, entre elas algumas ligadas ao agronegócio, enviaram ao presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), uma carta aberta contra o tabelamento do frete. A lei que instituiu a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas foi sancionada pelo presidente Michel Temer e está em vigor desde agosto. A medida fez parte do pacote que o governo negociou com os caminhoneiros para pôr fim à paralisação da categoria, que aconteceu no fim de maio.

Segundo o documento, a aplicação de preço mínimo para o frete rodoviário representa aumento de 100% no custo de transporte e inflação nos alimentos. “Com isso, o custo de vida da população aumentará, assim como o custo de produção, o que desestimulará o setor produtivo a investir e gerar empregos”.

As associações envolvidas também citaram que a medida gera insegurança jurídica e desrespeita a Constituição. Além disso, a carta diz que o tabelamento do frete atrapalha a competitividade da economia brasileira ao aumentar a burocracia e os custos dos produtos brasileiros.

“São mais de 60 questionamentos judiciais contra a tabela de fretes, inclusive no Supremo Tribunal Federal (STF), além do questionável processo de regulação proposto pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que não respeitou prazos e passará a multar empresas antes mesmo de definir as regras que devem ser obedecidas sobre a tabela de fretes”, informa o documento.

No início de novembro, a ANTT definiu que as multas aplicadas a quem descumprir os preços mínimos da tabela do frete rodoviário poderão chegar a R$ 10,5 mil.

19 comentários

  1. Jandira Paula de jesus da Silva em 22 de novembro de 2018 às 09:53

    Bom dia não achei essa empresa que está pagando a tabela só si for você porque as transportadoras de santos nenhum está pagando

  2. […] Mais de 70 entidades pedem a Bolsonaro fim da tabela do frete […]

  3. Adao.adan@hotmai.com em 22 de novembro de 2018 às 10:26

    Bom os que estão preocupados com a tabela são aqueles estão acostumados a explorar o caminhoneiro bem que ser não houver mudança vai acabar a Frota já tá sucateada agora que tá mundano o quadro

  4. Edilson em 22 de novembro de 2018 às 10:57

    Não entendo como a tabela de preço do transporte pode aumentar em 100% o produto final, sendo que o valor do frete não está dobrando, a Petrobrás para não levar prejuízo tem uma política assegurada que mantém o reajuste com índice mundial, nos caminhoneiro somos como uma empresa, não podemos pagar a conta sozinho.

  5. Jonas grangeiro de Oliveira em 22 de novembro de 2018 às 11:23

    Se fosse pra aumentar o salário dos gravatas seria como sempre foi batia o martelo e pronto não ia pensar nos custos para a população o agronegócio não iria produzir menos e etc… Mais como é para aquele que sacrifica a vida deles e da sua família para poder cumprir com suas responsabilidades não vale nada ho profissão esquecida depois de tanto tempo sem conseguir um aumento quando consegue aí vem grades empresários do agronegócio e outros querendo tirar pois o aumento tem que ser pra eles aí sim danisse a população pois ele não vai baixar o seu produto até dizer não esse sim é o preço que a população pode pagar kkkk pimenta no dos outros e refresco vem pra dentro de um caminhão passar o que nois estamos chegando agora natal e ano novo longe de casa da família dos amigos próximos é isso aí motorista de caminhão é sentar na cadeira de frente com o volante e morrer nela não é profissão motorista pra muitos nem é serhumano é isso ai feliz Natal e ano novo
    a todos.

  6. João Luis trentini em 22 de novembro de 2018 às 12:03

    Querem matar os caminhoneiros e só os empresários querem o lucro teremos que parar o Brasil como acontece em outros países tdo sempre aumentando e o frete sempre abaixando pesquise o frete que é pago ao CAMINHONEIRO A 5 anos atrás e hj

  7. João Luis trentini em 22 de novembro de 2018 às 12:05

    TEMOS QUE PARAR PRA NAO PERDERMOS

  8. DAVID BOECHAT MARTINS em 22 de novembro de 2018 às 12:56

    Fica combinado assim: nos acabamos com nossa tabela mínima de fretes, depois que acabarem com o valor mínimo das passagens de ônibus, de táxi, do Uber, nos supermercados…etc.
    E o Agronegócio usurpador aceite receber o que eu quiser pagar. COMBINADO!!!

  9. Marco Antônio cortez em 22 de novembro de 2018 às 13:19

    Estao ricos agora chegou a hora dos caminhoneiros si mexer na tabela paramos di novo com certeza por tempo indeterminado

  10. Olavo Pan em 22 de novembro de 2018 às 15:31

    Para estas 70 entidades, comprem caminhão e transporte suas próprias cargas e está resolvido problema não contrate o autônomo.

  11. Gimael rocha prates em 22 de novembro de 2018 às 16:25

    Boa tarde!
    Sem a fiscalização para que se cumpra a tabela e sem a mesma em pouco tempro os caminhoes serao vendidos nao para lojistas mas para a GERDAU para serem derretidos como SUCATA…

  12. Estanislau em 22 de novembro de 2018 às 16:50

    Eu caminhoneiro autônomo veja a tabela de frete como uma conquista, no qual TDS os territórios brasileiro as empresas e transportadoras faziam o que queria com o frete .ex na falta de caminhões eles subia o frete na falta abaixava sem contar que as transportadoras ganhavam até 50% em cima dos caminhoneiros gostaria que prevalece essa lei pela conquista dos caminhoneiros

  13. Wdson MS em 22 de novembro de 2018 às 23:16

    Sou caminhoneiro ate agora nao vi nenhuma empresa pagando pela tabela. Povo quer ver nos morto. Tudo sobe combustivel pneus manutenção peças tudo subiu menos nosso frete.. poca vergonha todos setores sempre subindo e nos nada..

  14. Valdemir galo em 22 de novembro de 2018 às 23:47

    O problema maior em toda essa jogada está no lucra de uma classe econômica chamada agronegócio; uma classe que a anos vem tendo recordes em cima de recodes, tanto em produção como em lucros. Estranhamente seu principal parceiro para tal, acumula anos de prejuízos causando uma defasagem na frota principalmente dos autônomos que geralmente ficam com as piores cargas leiloadas a menor preço.
    O agronegócio acostumou a ter seus insumos para plantio a preços mínimos que custeiam apenas o gastos do óleo diesel do transportador.
    Geralmelmente no pico da safra, com a alta oferta de cargas, até pagam um pouco mais para satisfazer suas necessidades e depois incha- se o mercado com caminhões novamente trabalhando nos leilões de fretes que mau paga o diesel.
    É humilhante para a classe prestar serviço a um setor tão produtivo e rentável, ficando longe de casa, recapando um pneu as vezes duas vezes ou mais, amarrando peças com borracha ou arame em veículo obsoleto e ultrapassado, pagando altos juros de financiamento.
    Quanto não bastasse os subsídios do governo dados ao agronegocio e é garantido aos caminhoneiros apenas pela raça! querem tirar mais oque da classe?

  15. Luis Gomes em 23 de novembro de 2018 às 00:58

    Boa noite.
    Engraçado vou carregar de Uberlândia MG pra São Paulo por $1.900 sem os pedágios e a transportadora riu quando eu cobrei os valores dos pedágios.
    Gostaria de saber qual transportadora ou empresa no Goiás que esta pagando valor mínimo de frete pra São Paulo.
    Arriscamos nossas vidas pra esses lobistas especuladores encherem o rabo de dinheiro enquanto ficamos mendigando migalhas.
    Todos os dias amanhecem caminhões dentro dos matos sem pneus motoristas amarrados e humilhados, no famoso Ibó da BA motoristas humilhados por ladrões,roubados a qualquer hora do dia, vida boa e segura essa nossa.
    Enquanto isso o Pais é AGRO.

  16. Antônio Carlos em 23 de novembro de 2018 às 01:51

    Vcs sabiam que no agronegócio existe tabela mínima para venda dos produtos baseados em cálculos para cobrir todas as despesas com plantio e colheita e uma margem de lucro, sim é lei, agora tabela mínima do frete não pode entendi…

  17. JOSE FERNANDO ODORIZZI em 23 de novembro de 2018 às 16:43

    EU SOU TRASPORTADOR E EMPRESARIO…..CONCORDO COM A TABELA DESDE QUE SEJA FISCALIZADA,,,TENHO UMA EMPRESA E SEMPRE PAGUEI 30% A MENOS DA TABELA POIS TODOS FAZEM ISSO……AGORA DEVIA SER FEITO COMO A TAXAÇAO DE IMPOSTO POIS NO MANIFESTO O GOVERNO NAO ACEITA CALCULO MENOS DA TABELA PARA RECOLHER 12% COMO O MS,,,O MANIFESTO FICA BLOQUEADO ATE O VALOR CORRETO……O GOVERNO SABE COBRAR OS IMPOSTO QUANDO E PARA ELE….FISCALIZAO SO O DELES DO CAMINHONEIRO NAO QUER NEM SABER

  18. […] semana passada, mais de 70 entidades dos principais segmentos do setor produtivo nacional enviaram uma carta aberta ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, para falar dos prejuízos causados pela tabela de fretes, como riscos de desemprego, entrave no […]

  19. […] semana passada, mais de 70 entidades dos principais segmentos do setor produtivo nacional enviaram uma carta aberta ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, para falar dos prejuízos causados pela tabela de fretes, como riscos de desemprego, entrave no […]

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