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AJUDA DO ALTO

Instituto quer popularizar uso de aviões na agricultura brasileira

Criado no ano passado, o Ibravag quer reunir diversos atores da cadeia produtiva e fomentar pesquisas que resolvam problemas do setor, como a deriva

18 de outubro de 2019 às 16h12
Por Bruna Essig, de Porto Alegre (RS)

O estado que mais utiliza pulverização aérea é o Rio Grande do Sul. As extensas lavouras de arroz exigem, em alguns estágios do cultivo, a participação de aviões. Além disso, o estado concentra o maior número de empresas de aviação agrícola.

O presidente do Instituto Brasileiro da Aviação Agrícola (Ibravag), Julio Kämpf, acredita que é preciso aumentar a participação de aviões nacionalmente, e esse é um dos objetivos da entidade, criada no ano passado. “Projetamos aumentar a participação nas lavouras de soja e algodão, pois esperamos que essas culturas alavanquem o negócio da aviação”, diz.

O Ibravag também promove cursos a respeito da regulamentação e instruções de aplicação de produtos. “Vamos sempre estar ligados a área de pesquisa para gerar conhecimento”, explica Kämpf.

Segundo o presidente, a entidade também existe para ampliar a participação de outros membros da cadeia produtiva, como grupos da indústria, agrônomos, instituições e associações que representam produtores. “Trata-se de aprimorar a articulação do setor, unindo diversos atores que têm trabalhado paralelamente para a sustentabilidade do campo brasileiro. Um esforço também para mostrar à sociedade a importância de um setor de diversas maneiras tão presente no seu dia a dia e ainda pouco compreendido”, complementa.

A respeito de temas polêmicos que envolvem o setor, como a deriva de alguns produtos durante a pulverização aérea, o Ibravag quer aumentar a educação em relação ao assunto entre os pilotos, por isso os cursos e também o incentivo à pesquisa e ciência. “O que tem que se estudar mais são as barras de pulverização, porque toda a tecnologia está baseada no tamanho e na qualidade da gota. Temos bons conhecimentos sobre gota, mas não temos domínio sobre ela”, diz Kämpf.

O presidente explica que outro objetivo é estimular a indústria a fazer novas pesquisas e produzir outros tipos de composição química que possam aprimorar questões relativas a isso à deriva.

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Instituto quer popularizar uso de aviões na agricultura brasileira

Criado no ano passado, o Ibravag quer reunir diversos atores da cadeia produtiva e fomentar pesquisas que resolvam problemas do setor, como a deriva

18 de outubro de 2019 às 16h12
Por Bruna Essig, de Porto Alegre (RS)

O estado que mais utiliza pulverização aérea é o Rio Grande do Sul. As extensas lavouras de arroz exigem, em alguns estágios do cultivo, a participação de aviões. Além disso, o estado concentra o maior número de empresas de aviação agrícola.

O presidente do Instituto Brasileiro da Aviação Agrícola (Ibravag), Julio Kämpf, acredita que é preciso aumentar a participação de aviões nacionalmente, e esse é um dos objetivos da entidade, criada no ano passado. “Projetamos aumentar a participação nas lavouras de soja e algodão, pois esperamos que essas culturas alavanquem o negócio da aviação”, diz.

O Ibravag também promove cursos a respeito da regulamentação e instruções de aplicação de produtos. “Vamos sempre estar ligados a área de pesquisa para gerar conhecimento”, explica Kämpf.

Segundo o presidente, a entidade também existe para ampliar a participação de outros membros da cadeia produtiva, como grupos da indústria, agrônomos, instituições e associações que representam produtores. “Trata-se de aprimorar a articulação do setor, unindo diversos atores que têm trabalhado paralelamente para a sustentabilidade do campo brasileiro. Um esforço também para mostrar à sociedade a importância de um setor de diversas maneiras tão presente no seu dia a dia e ainda pouco compreendido”, complementa.

A respeito de temas polêmicos que envolvem o setor, como a deriva de alguns produtos durante a pulverização aérea, o Ibravag quer aumentar a educação em relação ao assunto entre os pilotos, por isso os cursos e também o incentivo à pesquisa e ciência. “O que tem que se estudar mais são as barras de pulverização, porque toda a tecnologia está baseada no tamanho e na qualidade da gota. Temos bons conhecimentos sobre gota, mas não temos domínio sobre ela”, diz Kämpf.

O presidente explica que outro objetivo é estimular a indústria a fazer novas pesquisas e produzir outros tipos de composição química que possam aprimorar questões relativas a isso à deriva.

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