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SEGUNDA-FEIRA

Geada não dá trégua e atinge lavouras do Sul e Sudeste

Telespectadores relataram prejuízos na produção de café, erva mate, cana-de-açúcar, hortifrúti e pastagens

08 de julho de 2019 às 09h55
Por Francielle Bertolacini, de São Paulo

Lavouras de Minas Gerais sentiram o impacto da presença da massa de ar polar que segue no Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Isso porque em Caldas (MG), no sul mineiro, geadas atingiram a produção de café.

A produtora rural Elaine Bonifacio relata que a lavoura de 10 mil pés de café, com pouco mais de dois anos, foi atingida pelo fenômeno climático. Na cidade, a temperatura mínima chegou a 2°C. Segundo ela, as pastagens também ficaram queimadas. “Mas aqui na região, nessa época, tratamos do gado com silagem de milho”, disse. Os prejuízos ainda não foram estimados.

Em Cabo Verde (MG), a produtora Ana Paula Wistra Dias afirma que a próxima safra de café dela deverá quebrar entre 30% a 35%. Por lá, as temperaturas variaram entre 0ºC e 2°C.

Em Indianópolis (MG), o cafeicultor Sérgio Silveira Farias, da Fazenda Santa Clara, afirmou que uma área afetada de 55 hectares foi afetada e os prejuízos podem passar de 80%.

 

Paraná

O clima frio também prejudicou a safra do Paraná. O engenheiro agrônomo Cleiton Vinícius De Bastiani, de Bituruna (PR) afirma que na manhã desta segunda, os termômetros marcaram -3°C.

Segundo ele, a produção horti-frúti foram prejudicados, além da erva mate, que ficou queimada, cana-de-açúcar e pastagens.“Aqui existem produtores de cachaça, apesar de ser área serrana, e a cana-de-açúcar também foi comprometida”, disse.

Ele conta que no canavial a perda foi grande, com perda na produção estimada em 40%.

 

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Geada não dá trégua e atinge lavouras do Sul e Sudeste

Telespectadores relataram prejuízos na produção de café, erva mate, cana-de-açúcar, hortifrúti e pastagens

08 de julho de 2019 às 09h55
Por Francielle Bertolacini, de São Paulo

Lavouras de Minas Gerais sentiram o impacto da presença da massa de ar polar que segue no Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Isso porque em Caldas (MG), no sul mineiro, geadas atingiram a produção de café.

A produtora rural Elaine Bonifacio relata que a lavoura de 10 mil pés de café, com pouco mais de dois anos, foi atingida pelo fenômeno climático. Na cidade, a temperatura mínima chegou a 2°C. Segundo ela, as pastagens também ficaram queimadas. “Mas aqui na região, nessa época, tratamos do gado com silagem de milho”, disse. Os prejuízos ainda não foram estimados.

Em Cabo Verde (MG), a produtora Ana Paula Wistra Dias afirma que a próxima safra de café dela deverá quebrar entre 30% a 35%. Por lá, as temperaturas variaram entre 0ºC e 2°C.

Em Indianópolis (MG), o cafeicultor Sérgio Silveira Farias, da Fazenda Santa Clara, afirmou que uma área afetada de 55 hectares foi afetada e os prejuízos podem passar de 80%.

 

Paraná

O clima frio também prejudicou a safra do Paraná. O engenheiro agrônomo Cleiton Vinícius De Bastiani, de Bituruna (PR) afirma que na manhã desta segunda, os termômetros marcaram -3°C.

Segundo ele, a produção horti-frúti foram prejudicados, além da erva mate, que ficou queimada, cana-de-açúcar e pastagens.“Aqui existem produtores de cachaça, apesar de ser área serrana, e a cana-de-açúcar também foi comprometida”, disse.

Ele conta que no canavial a perda foi grande, com perda na produção estimada em 40%.

 

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