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ALTA DO DIESEL

Entidades do agro pedem fim da greve dos caminhoneiros

As instituições afirmam que apoiaram as reivindicações, mas a extensão da paralisação já trouxe prejuízos substanciais ao setor agropecuário

29 de maio de 2018 às 10h17
Por Canal Rural

Fonte: Lucinei Mendonça/ Arquivo pessoal

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e o Instituto Pensar Agropecuária (IPA), que reúne 40 entidades que representam o setor produtivo nacional, assinaram, na noite desta segunda-feira, 28, nota oficial sobre a paralisação de caminhoneiros e transportadores de carga contra a alta no preço do diesel que completa seu oitavo dia.

No documento, as instituições reiteram que apoiaram as reivindicações e participaram das negociações em defesa dos caminhoneiros, atendidas pelas Medidas Provisórias 831, 832 e 833/2018, publicadas pelo governo federal no Diário Oficial da União no último domingo, 27. No entanto, segundo a nota, a extensão das manifestações, já trouxe prejuízos substanciais ao setor agropecuário, refletidos também na sociedade brasileira e no consumidor final.

A presidente da FPA, deputada Tereza Cristina (DEM-MS), e demais membros estiveram com os ministros da Agricultura, Blairo Maggi, e secretaria de Governo, Carlos Marun, para definir estratégias de diminuir a adesão de produtores à greve. 

Ao todo, estima-se cerca de R$ 10 bilhões de prejuízos à economia brasileira. Destes, mais de R$ 1 bilhão somente aos produtores nacionais, segundo dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mais R$ 1,8 bilhão para a indústria de frangos e suínos e R$ 620 milhões à produção de carne bovina.

Segundo Cristina, as reivindicações são justas e já foram atendidas pelas medidas anunciadas pelo governo federal, mas o Brasil precisa voltar à normalidade. “Os prejuízos foram enormes e afetam a saúde pública, o meio ambiente, a parte sanitária. Estamos mexendo com vidas. Nós vamos sim votar no Congresso Nacional todas as medidas anunciadas. Vamos trabalhar para a efetivação dos acordos feitos”, afirmou.

Veja o documento na íntegra:

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ALTA DO DIESEL

Entidades do agro pedem fim da greve dos caminhoneiros

As instituições afirmam que apoiaram as reivindicações, mas a extensão da paralisação já trouxe prejuízos substanciais ao setor agropecuário

29 de maio de 2018 às 10h17
Por Canal Rural

Fonte: Lucinei Mendonça/ Arquivo pessoal

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e o Instituto Pensar Agropecuária (IPA), que reúne 40 entidades que representam o setor produtivo nacional, assinaram, na noite desta segunda-feira, 28, nota oficial sobre a paralisação de caminhoneiros e transportadores de carga contra a alta no preço do diesel que completa seu oitavo dia.

No documento, as instituições reiteram que apoiaram as reivindicações e participaram das negociações em defesa dos caminhoneiros, atendidas pelas Medidas Provisórias 831, 832 e 833/2018, publicadas pelo governo federal no Diário Oficial da União no último domingo, 27. No entanto, segundo a nota, a extensão das manifestações, já trouxe prejuízos substanciais ao setor agropecuário, refletidos também na sociedade brasileira e no consumidor final.

A presidente da FPA, deputada Tereza Cristina (DEM-MS), e demais membros estiveram com os ministros da Agricultura, Blairo Maggi, e secretaria de Governo, Carlos Marun, para definir estratégias de diminuir a adesão de produtores à greve. 

Ao todo, estima-se cerca de R$ 10 bilhões de prejuízos à economia brasileira. Destes, mais de R$ 1 bilhão somente aos produtores nacionais, segundo dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mais R$ 1,8 bilhão para a indústria de frangos e suínos e R$ 620 milhões à produção de carne bovina.

Segundo Cristina, as reivindicações são justas e já foram atendidas pelas medidas anunciadas pelo governo federal, mas o Brasil precisa voltar à normalidade. “Os prejuízos foram enormes e afetam a saúde pública, o meio ambiente, a parte sanitária. Estamos mexendo com vidas. Nós vamos sim votar no Congresso Nacional todas as medidas anunciadas. Vamos trabalhar para a efetivação dos acordos feitos”, afirmou.

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