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Citros: para atender a UE, comitê proíbe inseticida à base de dimetoato

A restrição anunciada não impede o uso do defensivo em outras culturas e em lavouras destinadas a atender o mercado interno

09 de agosto de 2019 às 17h22
Por Estadão Conteúdo
uso de dimetoato nos citros

Foto: Pixabay

O comitê da Lista de Produção Integrada de Citros (PIC) decidiu nesta sexta-feira, 9, proibir o uso da molécula dimetoato, ingrediente ativo de inseticidas e acaricidas, na produção brasileira de frutas cítricas para indústria de suco e exportação in natura. A medida visa a preparar o setor para atender a determinação da União Europeia (UE), maior compradora da bebida e da fruta brasileira. O bloco econômico vetou o uso de dimetoato e a entrada de mercadorias com a presença do produto a partir de 30 de julho de 2020.

O comitê da Lista PIC é formado por institutos de pesquisa, consultores e indústrias produtoras de suco. O órgão realiza atualizações periódicas para atender à legislação brasileira e as normativas que regulamentam o uso de defensivos nos principais países importadores da produção brasileira de citros.

Segundo o Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), o dimetoato é amplamente utilizado na agricultura, patenteado e introduzido no Brasil na década de 1950. A molécula possui registro ativo no país e tem uso autorizado para a proteção dos cultivos de algodão, citros, maçã, rosa, tomate e trigo. A restrição anunciada, portanto, não impede o uso do dimetoato nessas lavouras, ou mesmo, na de citros comercializados no mercado interno.

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A restrição anunciada não impede o uso do defensivo em outras culturas e em lavouras destinadas a atender o mercado interno

09 de agosto de 2019 às 17h22
Por Estadão Conteúdo
uso de dimetoato nos citros

Foto: Pixabay

O comitê da Lista de Produção Integrada de Citros (PIC) decidiu nesta sexta-feira, 9, proibir o uso da molécula dimetoato, ingrediente ativo de inseticidas e acaricidas, na produção brasileira de frutas cítricas para indústria de suco e exportação in natura. A medida visa a preparar o setor para atender a determinação da União Europeia (UE), maior compradora da bebida e da fruta brasileira. O bloco econômico vetou o uso de dimetoato e a entrada de mercadorias com a presença do produto a partir de 30 de julho de 2020.

O comitê da Lista PIC é formado por institutos de pesquisa, consultores e indústrias produtoras de suco. O órgão realiza atualizações periódicas para atender à legislação brasileira e as normativas que regulamentam o uso de defensivos nos principais países importadores da produção brasileira de citros.

Segundo o Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), o dimetoato é amplamente utilizado na agricultura, patenteado e introduzido no Brasil na década de 1950. A molécula possui registro ativo no país e tem uso autorizado para a proteção dos cultivos de algodão, citros, maçã, rosa, tomate e trigo. A restrição anunciada, portanto, não impede o uso do dimetoato nessas lavouras, ou mesmo, na de citros comercializados no mercado interno.

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