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MANEJO

Começo do vazio sanitário do algodão na Bahia é adiado para 30 de setembro

Produtores pediram prorrogação do prazo devido ao prolongamento do ciclo por chuvas no fim de abril

20 de setembro de 2019 às 19h40
Por Estadão Conteúdo
algodão

Fonte: Antonio Alencar/Canal Rural

O começo do vazio sanitário do algodão na Bahia, que ocorreria nesta sexta-feira, 20, foi adiado para o dia 30 de setembro. A mudança foi autorizada pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab). Produtores pediram a prorrogação do prazo devido ao prolongamento do ciclo por chuvas no fim de abril. Segundo a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), a colheita de algodão na Bahia está na reta final, atingindo 97% da safra 2019/20. A associação projeta colheita recorde de 1,5 milhão de toneladas (caroço e pluma), superando em 300 mil toneladas a última safra, em linha com a previsão divulgada pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) nesta semana.

O vazio sanitário da fibra no estado se estende até 30 de novembro. Nesse período, não podem ser mantidas plantas vivas no campo. A medida, segundo o presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato, é “fundamental para garantir uma redução dos níveis de bicudo do algodoeiro que ataca a qualidade da pluma e a rentabilidade do produtor”.

Apesar de leve queda da produtividade, provocada por uma estiagem em janeiro, agricultores da região ainda consideram positiva a produtividade de 302 arrobas de pluma/hectare, pouco abaixo das 315 arrobas da safra passada, segundo a Abrapa. O incremento de 15% da safra de algodão em relação ao ano passado se deve ao aumento de 25,5% de área cultivada, alcançando os 331,028 mil hectares.
Nova call to action

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O começo do vazio sanitário do algodão na Bahia, que ocorreria nesta sexta-feira, 20, foi adiado para o dia 30 de setembro. A mudança foi autorizada pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab). Produtores pediram a prorrogação do prazo devido ao prolongamento do ciclo por chuvas no fim de abril. Segundo a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), a colheita de algodão na Bahia está na reta final, atingindo 97% da safra 2019/20. A associação projeta colheita recorde de 1,5 milhão de toneladas (caroço e pluma), superando em 300 mil toneladas a última safra, em linha com a previsão divulgada pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) nesta semana.

O vazio sanitário da fibra no estado se estende até 30 de novembro. Nesse período, não podem ser mantidas plantas vivas no campo. A medida, segundo o presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato, é “fundamental para garantir uma redução dos níveis de bicudo do algodoeiro que ataca a qualidade da pluma e a rentabilidade do produtor”.

Apesar de leve queda da produtividade, provocada por uma estiagem em janeiro, agricultores da região ainda consideram positiva a produtividade de 302 arrobas de pluma/hectare, pouco abaixo das 315 arrobas da safra passada, segundo a Abrapa. O incremento de 15% da safra de algodão em relação ao ano passado se deve ao aumento de 25,5% de área cultivada, alcançando os 331,028 mil hectares.
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