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2,4-D: cadastro de aplicadores de agrotóxicos começa a funcionar no RS

Aplicadores de agroquímicos hormonais de 24 cidades do estado deverão incluir seus dados em um sistema no período de julho de 2019 a maio de 2020

17 de julho de 2019 às 08h24
Por Canal Rural
glifosato

Foto: Ministério da Agricultura

Já está funcionando o sistema que permite o cadastro de aplicadores de agrotóxicos hormonais no estado. A Instrução Normativa 06/2019, feita pela Secretário da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, estabeleceu regras para o cadastro dos aplicadores de produtos agrotóxicos hormonais e a necessidade do produtor prestar informações sobre o uso do produto. 

Além do site, o cadastro também poderá ser feito presencialmente nas Inspetorias de Defesa Agropecuária, mediante apresentação de cópia ou original de documento de identidade e CPF do aplicador, certificado do curso de boas práticas agrícolas na aplicação de agrotóxicos e histórico do conteúdo ministrado.

Neste primeiro momento, 24 municípios devem atender a esta regra, no período de julho de 2019 a maio de 2020. São eles: Alpestre, Bagé, Cacique Doble, Candiota, Dom Pedrito, Encruzilhada do Sul, Hulha Negra, Ipê, Jaguari, Jari, Lavras do Sul, Maçambará, Mata, Monte Alegre dos Campos, Piratini, Rosário do Sul, Santiago, São Borja, São João do Polêsine, São Lourenço do Sul, Santana do Livramento, Silveira Martins, Sobradinho e Vacaria.

Os produtos abordados pela instrução normativa 06/2019 são os que têm como ingrediente ativo principal as auxinas sintéticas, que são substâncias reguladoras do desenvolvimento vegetal. São elas: 2,4-D, aminopiralide, clopiralida, dicamba, fluroxipir-meptílico, MCPA, picloram, quincloraque e triclopir-butolítico. O acesso ao sistema está disponível aqui.

Entenda o caso

Representantes de produtores do Rio Grande do Sul pedem a suspensão imediata do herbicida 2,4-D, usado para conter a buva em plantios de soja. Instituições e associações ligadas à produção de uva, vinho, maçãs, azeitonas, erva-mate e mel alegam grande prejuízo financeiro em parreirais e pomares, além da morte de abelhas, em função da deriva do herbicida.

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2,4-D: cadastro de aplicadores de agrotóxicos começa a funcionar no RS

Aplicadores de agroquímicos hormonais de 24 cidades do estado deverão incluir seus dados em um sistema no período de julho de 2019 a maio de 2020

17 de julho de 2019 às 08h24
Por Canal Rural
glifosato

Foto: Ministério da Agricultura

Já está funcionando o sistema que permite o cadastro de aplicadores de agrotóxicos hormonais no estado. A Instrução Normativa 06/2019, feita pela Secretário da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, estabeleceu regras para o cadastro dos aplicadores de produtos agrotóxicos hormonais e a necessidade do produtor prestar informações sobre o uso do produto. 

Além do site, o cadastro também poderá ser feito presencialmente nas Inspetorias de Defesa Agropecuária, mediante apresentação de cópia ou original de documento de identidade e CPF do aplicador, certificado do curso de boas práticas agrícolas na aplicação de agrotóxicos e histórico do conteúdo ministrado.

Neste primeiro momento, 24 municípios devem atender a esta regra, no período de julho de 2019 a maio de 2020. São eles: Alpestre, Bagé, Cacique Doble, Candiota, Dom Pedrito, Encruzilhada do Sul, Hulha Negra, Ipê, Jaguari, Jari, Lavras do Sul, Maçambará, Mata, Monte Alegre dos Campos, Piratini, Rosário do Sul, Santiago, São Borja, São João do Polêsine, São Lourenço do Sul, Santana do Livramento, Silveira Martins, Sobradinho e Vacaria.

Os produtos abordados pela instrução normativa 06/2019 são os que têm como ingrediente ativo principal as auxinas sintéticas, que são substâncias reguladoras do desenvolvimento vegetal. São elas: 2,4-D, aminopiralide, clopiralida, dicamba, fluroxipir-meptílico, MCPA, picloram, quincloraque e triclopir-butolítico. O acesso ao sistema está disponível aqui.

Entenda o caso

Representantes de produtores do Rio Grande do Sul pedem a suspensão imediata do herbicida 2,4-D, usado para conter a buva em plantios de soja. Instituições e associações ligadas à produção de uva, vinho, maçãs, azeitonas, erva-mate e mel alegam grande prejuízo financeiro em parreirais e pomares, além da morte de abelhas, em função da deriva do herbicida.

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