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Demanda fraca faz preço do frango cair no atacado

O quilo do peito no atacado baixou de R$ 6,00 para R$ 5,90 e o quilo da coxa de R$ 5,00 para R$ 4,70

19 de julho de 2019 às 19h15
Por Agência Safras

O mercado brasileiro de frango registrou um cenário de queda de preços no atacado, em meio à reposição mais lenta para o varejo, característica da segunda metade do mês.  

De acordo com o analista de Safras & Mercado, Fernando Iglesias, para o frango vivo houve uma demanda mais efetiva em parte da Região Sul, o que contribuiu para a melhoria de preços no Paraná e Rio Grande do Sul. “O mercado aguarda por mudanças mais efetivas nas cotações apenas na primeira quinzena de agosto, avaliando a entrada dos salários para motivar a demanda”, sinaliza. 

Segundo levantamento de Safras & Mercado, no atacado de São Paulo, os preços tiveram alterações para os cortes congelados de frango ao longo da semana. O quilo do peito no atacado baixou de R$ 6,00 para R$ 5,90 e o quilo da coxa de R$ 5,00 para R$ 4,70. Já o quilo da asa subiu de R$ 7,00 para R$ 7,05. Na distribuição, o quilo do peito retrocedeu de R$ 6,10 para R$ 6,00 e o quilo da coxa de R$ 5,10 para R$ 4,90. O quilo da asa avançou de R$ 7,20 para R$ 7,25. 

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi de mudanças ao longo da semana. No atacado, o preço do quilo do peito baixou de R$ 6,10 para R$ 6,00 e o quilo da coxa de R$ 5,12 para R$ 4,82. O quilo da asa subiu de R$ 7,08 para R$ 7,13. Na distribuição, o preço do quilo do peito recuou de R$ 6,20 para R$ 6,10 e o quilo da coxa de R$ 5,22 para R$ 5,02. O quilo da asa avançou de R$ 7,28 para R$ 7,33. 

As exportações de carne de frango “in natura” do Brasil renderam US$ 245,5 milhões em julho (9 dias úteis), com média diária de US$ 27,3 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 145,6 mil toneladas, com média diária de 16,2 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.685,60. 

Na comparação com junho, houve baixa de 10,8% no valor médio diário da exportação, perda de 14,1% na quantidade média diária exportada e alta de 3,8% no preço. Na comparação com julho de 2018, houve baixa de 8,9% no valor médio diário, perda de 18,8% na quantidade média diária e alta de 12,2% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior. 

O levantamento semanal realizado por Safras & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil indicou que, em Minas Gerais, o quilo vivo seguiu em R$ 3,40. Em São Paulo, o quilo vivo continuou em R$ 3,30. 

Na integração catarinense a cotação do frango seguiu em R$ 2,50. No oeste do Paraná o preço passou de R$ 3,10 para R$ 3,45 na integração. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo subiu de R$ 3,10 para R$ 3,50. 

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango seguiu em R$ 3,35. Em Goiás o quilo vivo continuou em R$ 3,35. No Distrito Federal o quilo vivo permaneceu em R$ 3,40. 

Em Pernambuco, o quilo vivo permaneceu em R$ 4,50. No Ceará a cotação do quilo vivo continuou em R$ 4,50 e, no Pará, o quilo vivo seguiu em R$ 4,60.

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O quilo do peito no atacado baixou de R$ 6,00 para R$ 5,90 e o quilo da coxa de R$ 5,00 para R$ 4,70

19 de julho de 2019 às 19h15
Por Agência Safras

O mercado brasileiro de frango registrou um cenário de queda de preços no atacado, em meio à reposição mais lenta para o varejo, característica da segunda metade do mês.  

De acordo com o analista de Safras & Mercado, Fernando Iglesias, para o frango vivo houve uma demanda mais efetiva em parte da Região Sul, o que contribuiu para a melhoria de preços no Paraná e Rio Grande do Sul. “O mercado aguarda por mudanças mais efetivas nas cotações apenas na primeira quinzena de agosto, avaliando a entrada dos salários para motivar a demanda”, sinaliza. 

Segundo levantamento de Safras & Mercado, no atacado de São Paulo, os preços tiveram alterações para os cortes congelados de frango ao longo da semana. O quilo do peito no atacado baixou de R$ 6,00 para R$ 5,90 e o quilo da coxa de R$ 5,00 para R$ 4,70. Já o quilo da asa subiu de R$ 7,00 para R$ 7,05. Na distribuição, o quilo do peito retrocedeu de R$ 6,10 para R$ 6,00 e o quilo da coxa de R$ 5,10 para R$ 4,90. O quilo da asa avançou de R$ 7,20 para R$ 7,25. 

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi de mudanças ao longo da semana. No atacado, o preço do quilo do peito baixou de R$ 6,10 para R$ 6,00 e o quilo da coxa de R$ 5,12 para R$ 4,82. O quilo da asa subiu de R$ 7,08 para R$ 7,13. Na distribuição, o preço do quilo do peito recuou de R$ 6,20 para R$ 6,10 e o quilo da coxa de R$ 5,22 para R$ 5,02. O quilo da asa avançou de R$ 7,28 para R$ 7,33. 

As exportações de carne de frango “in natura” do Brasil renderam US$ 245,5 milhões em julho (9 dias úteis), com média diária de US$ 27,3 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 145,6 mil toneladas, com média diária de 16,2 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.685,60. 

Na comparação com junho, houve baixa de 10,8% no valor médio diário da exportação, perda de 14,1% na quantidade média diária exportada e alta de 3,8% no preço. Na comparação com julho de 2018, houve baixa de 8,9% no valor médio diário, perda de 18,8% na quantidade média diária e alta de 12,2% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior. 

O levantamento semanal realizado por Safras & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil indicou que, em Minas Gerais, o quilo vivo seguiu em R$ 3,40. Em São Paulo, o quilo vivo continuou em R$ 3,30. 

Na integração catarinense a cotação do frango seguiu em R$ 2,50. No oeste do Paraná o preço passou de R$ 3,10 para R$ 3,45 na integração. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo subiu de R$ 3,10 para R$ 3,50. 

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango seguiu em R$ 3,35. Em Goiás o quilo vivo continuou em R$ 3,35. No Distrito Federal o quilo vivo permaneceu em R$ 3,40. 

Em Pernambuco, o quilo vivo permaneceu em R$ 4,50. No Ceará a cotação do quilo vivo continuou em R$ 4,50 e, no Pará, o quilo vivo seguiu em R$ 4,60.

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