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SANTA CATARINA

Osesc quer revogação de decreto que reduz desconto na energia elétrica

De acordo com o presidente da entidade, Luiz Vicente Suzin, isso vai aumentar os custos da produção agropecuária

11 de fevereiro de 2019 às 20h20
Por Estadão Conteúdo
conta de luz, energia elétrica, Aneel

Foto: Agência Brasil

A Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc) quer a revogação do decreto, assinado na gestão de Michel Temer, que reduz em 20% ao ano os descontos cumulativos sobre a tarifa básica de energia no campo. A medida seria aplicada a partir de 2019 até zerar, o que deve acontecer em cinco anos. Segundo o presidente Luiz Vicente Suzin, isso vai aumentar os custos da produção agropecuária.

O decreto manterá os descontos para irrigantes e aquicultores no horário reservado (de 21h30 às 6h), mas, conforme a Ocesc, os descontos sobre esse horário serão reduzidos: “de 10% para 8% no grupo A e de 30% para 24% no grupo B e acaba com a acumulação desses descontos na tarifa da irrigação e aquicultura noturna”. O “Grupo A Rural” é o que acessa a rede de alta tensão (maior do que 2,3KV), e o “Grupo B Rural” o conectado à rede de baixa tensão (menor do que 2,3KV).

Segundo a nota, as propriedades mais afetadas serão as do Grupo B Rural, porque a perda na acumulação dos descontos levará a aumento de 43% no preço da energia no horário reservado, “além da elevação anual de 8,5% no valor da energia elétrica no restante do dia pelos próximos cinco anos.”

Suzin afirma que o oeste catarinense sofre prejuízos causados por deficiências no fornecimento de energia, e que a má qualidade e o preço caro tornam a produção mais custosa.

MT: falta de energia elétrica prejudica sojicultor

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Osesc quer revogação de decreto que reduz desconto na energia elétrica

De acordo com o presidente da entidade, Luiz Vicente Suzin, isso vai aumentar os custos da produção agropecuária

11 de fevereiro de 2019 às 20h20
Por Estadão Conteúdo
conta de luz, energia elétrica, Aneel

Foto: Agência Brasil

A Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc) quer a revogação do decreto, assinado na gestão de Michel Temer, que reduz em 20% ao ano os descontos cumulativos sobre a tarifa básica de energia no campo. A medida seria aplicada a partir de 2019 até zerar, o que deve acontecer em cinco anos. Segundo o presidente Luiz Vicente Suzin, isso vai aumentar os custos da produção agropecuária.

O decreto manterá os descontos para irrigantes e aquicultores no horário reservado (de 21h30 às 6h), mas, conforme a Ocesc, os descontos sobre esse horário serão reduzidos: “de 10% para 8% no grupo A e de 30% para 24% no grupo B e acaba com a acumulação desses descontos na tarifa da irrigação e aquicultura noturna”. O “Grupo A Rural” é o que acessa a rede de alta tensão (maior do que 2,3KV), e o “Grupo B Rural” o conectado à rede de baixa tensão (menor do que 2,3KV).

Segundo a nota, as propriedades mais afetadas serão as do Grupo B Rural, porque a perda na acumulação dos descontos levará a aumento de 43% no preço da energia no horário reservado, “além da elevação anual de 8,5% no valor da energia elétrica no restante do dia pelos próximos cinco anos.”

Suzin afirma que o oeste catarinense sofre prejuízos causados por deficiências no fornecimento de energia, e que a má qualidade e o preço caro tornam a produção mais custosa.

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