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POLÊMICA

Programa que criticou o agro admite que errou: ‘Queremos nos corrigir’

Após reação do setor, atração comandada por Fábio Porchat convidou especialista para debater o sistema de produção utilizado no Brasil

10 de setembro de 2019 às 17h11
Por Canal Rural
Gado no meio da floresta, produção sustentável

Foto: Fábio Santos/Canal Rural

O apresentador Fábio Porchat, titular do programa Papo de Segunda do canal GNT, iniciou o programa desta segunda-feira, 12, com um esclarecimento sobre o programa da semana anterior, quando foram feitas várias críticas ao agronegócio, apontado como vilão do meio ambiente.

As declarações dos apresentadores, entre eles Porchat, geraram forte reação do setor produtivo, que alegou falta de conhecimento os famosos sobre o assunto. “Recebi muitas mensagens e ligações depois daquele dia, muitas pessoas me questionaram (…). No entanto, uma delas parou para conversar comigo, foi quando eu consegui ouvir”, relatou Fábio Porchat, ao se referir ao engenheiro florestal Tasso Azevedo, líder de projeto para mapear o uso do solo no Brasil.

“Quero começar me corrigindo, pois eu disse que o cocô do boi em excesso lá no pasto, após as chuvas, corria para os rios, poluindo os rios, e depois ia para os mares, prejudicando a vida marinha. Acontece que eu vi dois documentários sobre isso, mas o meu erro foi trazer a realidade norte-americana para o Brasil, onde a maioria do gado é criada solta e não em confinamento, como é feito nos EUA, não gerando essa grande concentração de excrementos”,  disse o apresentador.

Tasso complementou esclarecendo que, no Brasil, mesmo onde há confinamento, ele é muito tecnificado e o excremento é reutilizado no pasto como forma de adubo. O especialista disse também que a poluição dos oceanos tem muito mais a ver com poluição urbana do que qualquer tipo de resíduo gerado no campo.

Gás metano?

Outro equívoco cometido por Porchat e esclarecido no programa desta segunda foi sobre o fato das flatulências dos bois prejudicarem a camada de ozônio. Em um vídeo rebatendo esta acusação, a youtuber Camila Telles já havia explicado que a maior parte dos bovinos brasileiros é criada a pasto, o que acaba equilibrando essa emissão de metano.

Tasso Azevedo, convidado do programa, foi ainda mais detalhista nessa questão que é repassada há muitos anos para atingir a agropecuária. “Na verdade, o metano vem do ‘arroto’ do gado. De fato, o gás tem uma capacidade 25% maior no aquecimento do planeta quando comparado ao CO2. Em uma conta rápida, podemos dizer que um boi produz 50 quilos de metano ao ano, que tem o efeito equivalente a uma tonelada de CO2, que é a mesma quantidade emitida por um automóvel no ano. Ou seja, um boi equivale a um carro quando o assunto é efeito estufa”, disse.

No entanto, um pasto bem manejado acaba acumulando carbono em suas raízes. “Esse pasto segura o carbono no solo e isso acaba equilibrando a emissão de metano. O que precisa ser combatido é o pasto degradado”, falou.

O engenheiro florestal ainda deixou claro que o gás emitido pelos bois não tem nada a ver com a camada de ozônio do planeta.

O agro é contra o desmatamento

Outro ponto levantado no programa foi a questão de desmatamento ilegal e como o setor do agronegócio tem reagido para que esse tipo de crime deixe de ocorrer. Segundo Tasso, há um interesse dos produtores para que a imagem do Brasil seja de um país que respeite o meio ambiente, pois isso pode ser bom, inclusive, para os negócios.

“Há um entendimento de que o crescimento por produtividade é muito mais eficiente do que o crescimento por área e o estado de São Paulo é um bom exemplo para isso, onde a cana dobrou de área, crescendo sobre o pasto e também houve aumento da área de floresta”, contou.

O convidado falou ainda do engajamento do setor produtivo no combate à grilagem de terra. “Esse desmatamento descontrolado prejudica o próprio setor. Quem faz direito acaba sendo prejudicado (…). Há um movimento para diminuir essas ações ilegais (…); o Brasil é exemplo em várias áreas, como café, cacau, papel e celulose, ou a própria cana-de-açúcar. Essas pessoas acabam sendo atingidas injustamente, mas também é preciso conviver, pois se alguém diz algo errado, é preciso esclarecer”, falou Azevedo.

Agrotóxico

Para finalizar os esclarecimentos sobre o que foi dito de errado na última semana, o programa abordou o tema agrotóxico. Na visão de muitos, os produtos são usados indiscriminadamente no Brasil, ao contrário do que fariam outros países.

Acontece que boa parte da produção brasileira é exportada e o nível de exigência dos países compradores é altíssimo em relação aos produtos. “O produtor em geral gostaria de se livrar dos agrotóxicos, pois é um insumo que custa caro. Tem uma parte que é cultura e educação, outra é necessidade e outra é inovação”, falou o especialista.

Agora mais esclarecido, o próprio Porchat refletiu sobre algumas das acusações feitas ao setor. “A gente fala da Europa, do (presidente) Macron. O Brasil autorizou o uso de agrotóxicos que são proibidos lá, mas eles compram os produtos que usam esses defensivos. Há um pouco de hipocrisia por parte dos europeus quando falam disso.”

Após um debate que durou quase 30 minutos, os apresentadores reconheceram os erros ao falar do agronegócio e se desculparam por isso. “Quando o Fábio (Porchat) começou a receber críticas, decidimos aqui entre nós que deveríamos esclarecer os erros que cometemos. Essa é uma atitude mais politicamente saudável para proposição do debate público”, concluiu Francisco Bosco, também titular do semanário.

39 comentários

  1. Luiz Pastorello em 10 de setembro de 2019 às 17:30

    Fábio Porchat,

    Sabendo de suas limitações, consideramos você inimputável.

    Recolha-se em sua Insignificância.

  2. Rui da Silva Verneque em 10 de setembro de 2019 às 17:30

    Críticas contrutivas devem ser sempre bem recebidas. No entanto, críticas sem embasamento técnico precisam ser rechaçadas de imediato. Eu como técnico e produtor fiquei particularmente muito aborrecido ao assistir as inverdades explicitadas pelos convidados do programa, inverdades estas cometidas puramente por falta de conhecimento do assunto. Se cada um fosse questionado sobre assuntos da áreea de conhecimento deles, por certo teriam sido mais felizes. Portanto, prezado Fábio Porchat, pela adimiração que tenho a sua pessoa, solicito que tenha mais cuidado ao debater assuntos de relevância (ou assuntos que estão em evidência) sempre convidando autoridades com conhecimento técnico. Desta forma, seu programa ficará mais importante e trará melhores informações para o público em geral.
    Como mensagem final, quero destacar que as árvores com raizes mais profundas não levam água para os aquiferos. As raizes mais profundas lhes dão maior capacidade de buscar água mais profundamente, dando-lhes melhores condições de sobrevivência em períodos secos, ao contrário do que ocorre com plantas que tem raizes mais superficiais.

  3. José Neiva em 10 de setembro de 2019 às 19:09

    Importante. O Senhor Tasso acusou os produtores de usar agrotóxicos contrabandeado.. Disse que o 2,4 D é proibido e que os produtores brasileiros usam tal produto via contrabando. Bela coisa esses caras falaram. Quanto às Youtuber, disse que as pastagens absorvem metano.. Realmente o Agro está bem de defensores. Rsssss

  4. Fernanda em 10 de setembro de 2019 às 19:13

    Graças a Deus ainda existem profissionais sérios e patriotas que reconhecem seus erros e buscam informações confiáveis de técnicos responsáveis.

  5. Alcides Antônio Aranda em 10 de setembro de 2019 às 19:19

    Boa noite!
    Essas pessoas desse programa é todos analfabetos.
    Coletivo de boi, multidão.
    A outra se enrolou toda, não sabe nada, fala que escuta na rua.
    Todos ptzadas, tem que acabar com essa raça.
    Gostaria de saber o que eles comem e bebem.

    • Alcides Antônio Precisa Aprender A Escrever em 12 de setembro de 2019 às 16:53

      Pra quem chama os outros de analfabeto, o senhor não escreve muito bem…

  6. Gilmar em 10 de setembro de 2019 às 19:51

    Além de se retratar tanto o Fábio quanto o Canal GNT deveriam indenizar o Agronegócio pelos prejuízos acusados ao setor que carrega o Brasil nas costas !

  7. Marcelo de Rezende em 10 de setembro de 2019 às 20:03

    Esse cara tem que ser processado.

  8. Jean em 10 de setembro de 2019 às 20:34

    O jornalismo sério pesquisa e ouve diferentes lados do ponto abordado. O que tem ocorrido de forma geral no agronegócio do Brasil é que, como o futebol, todos entendem de tudo e saem falando um monte de desinformação, que atrapalha e não constrói nada.

  9. Vania solimar Cardozo em 10 de setembro de 2019 às 21:36

    No meu entender qualquer agente difusor de falsas informações deveria ser punido pecuniariamente e profissionalmente. Qualquer profissional que comete erros em sua atuação sofre as consequências. Um caixa de banco quando comete um erro é responsabilizado imediatamente, tendo 24 horas para repor o valor. Garanto que se houvesse algum tipo de punição para essas celebridades, se preparariam quando fossem abordar qualquer assunto. Mas não, são livres pra falar qualquer merda desde que tenham público pra aplaudi -los.

  10. Marlene Pinheiro em 10 de setembro de 2019 às 23:34

    Ao falar de um assunto, precisa -se ter conhecimento, falar com alguém que realmente conheça o tema..caso contrário pode-se cometer muitas injustiças, prejudicar muito quem trabalha de sol a sol para alimentar nossa nação e ajudar outras a matar a fome de muita gente.

  11. Edson em 10 de setembro de 2019 às 23:55

    Conclusão: vai gravar chapadão e só fala merda! Depois vê o tamanho da asneira sai com essa de desculpa. Vá estudar moleque (Fabio), desocupa a moita e dá lugar p/ quem tenha competência!

  12. Marcello Cattapan em 11 de setembro de 2019 às 00:20

    @canalRural
    Infelizmente não foi bem isso que ocorreu!!
    O os cara do programa GNT falaram tanta besteira que foram obrigados a se retratar isso está visível e um deles até confessou isso no final da entrevista! Procuramos alguém!!!
    Porém aí invés de procurar um profissional da agronomia, e um produtor para realmente fazer um debate e esclarecer as bobagens faladas, o prejuízo que essas falácias causam, nitidamente escolheram um comparsa que deu uma amenizada, mas continuou denegrindo o agronegócio, sem conhecimento! É lógico, como já era de se esperar falou mal do governo!!!

    Então se pra vocês do canal rural isso foi se retratar, me desculpe, mas para nós produtores rurais, só mostraram a covardia, e não tiveram coragem de chamar alguém que nos represente de verdade!!!

  13. Valéria em 11 de setembro de 2019 às 03:29

    Bom demais jogar pedra ne.. Boa parte dos dados q Porchat mencionou vem do Painel Intergovernamental da ONU, como o da flatulência dos bois e da contaminação dos rios. Se o arroto tb contribui para a emissão de metano, isso não significa q a flatulência esteja descartada. Tem mais gado que pessoas no Brasil, e se levarmos em conta que cada um equivale a um carro e que a emissão de metano é mais grave que a de CO2, o que é retido de CO2 pelo pasto é contestavel. Até que ponto esse equilíbrio é gerado? A ineficiência do uso de terras “produtivas”, sem falar nas abandonadas é um problema político e econômico gravíssimo não vejo o governo atual comentar. Se isso afeta a imagem do setor agro é merecido, pq a bancada ruralista tem sempre lutado contra “entraves” ambientais. E isso digo por conhecer varios produtores em Goiás q tem influência política e que apoiaram este “novo” governo. Se isso nao pegasse mal la fora com as exportações duvido muito que a maioria dos produtores se importaria com preservação ou equilíbrio ambiental. A questao cultural, de educação e de mentalidade do brasileiro é que desenha esse cenário. Para além dos documentários sobre a criação de gado na Europa e nos EUA, indico o documentário “sob a pata do boi” que envolve a realidade brasileira e mostra os diferentes lados dos tipos de produtores no Brasil e a ineficiência das multas geradas pelo IBAMA (as quais nao eram pagas, agora qse nao existem…sem falar na isenção bilionária para dívidas do setor). Até teses científicas não são unânimes, não há verdade absoluta na ciência e o que esse engenheiro disse pode ser contestado. Se eu fosse o Porchat investigaria outras fontes que possam retratar a realidade brasileira no mesmo nível de entendimento sob uma perspectiva diferente.

  14. Alaerte em 11 de setembro de 2019 às 05:02

    Assisti o programa é fiquei estarrecido pela superficialidade tratada pelos ditos especialistas. Totalmente sem conhecimento. Fiquei tentando descobrir como eles vivem, como se alimentam, vestem e calça . Pois se verificarmos, tudo que comemos, vestimos e calçados tem algo do agro. Acho que vivem em outro planeta.

  15. Luiz Carlos cavalheri em 11 de setembro de 2019 às 05:10

    Verdadeiros idiotas não sabem o que falam inclusive o Fábio que eu acreditava ser um pouco mais instruído, devem pertencer a umas destas ONGs fajutas, devem ser alunos da Dilma vá ensacar vento seus idiotas. Viva o Brasil que está acima de tudo e Deus acima de todos

  16. Aliks Ghisolfi em 11 de setembro de 2019 às 06:03

    Foi divertido o momento de intelectualidade de amebas… Na minha opiniao, foi a maior garfo de todos os tempos se tratando de um programa…

  17. Emanuel em 11 de setembro de 2019 às 07:01

    Lixo esse programa da globolixo.

  18. Lucia Gutman em 11 de setembro de 2019 às 07:44

    Parabéns por se retratar! Tenha um ideal na sua vida! Procure sempre esclarecer a população de maneira correta! Nós precisamos conhecer o verdadeiro Brasil! Chega de sermos enganados!!!

  19. Rachel M Diaa em 11 de setembro de 2019 às 07:56

    Pessoas que não procuram a verdade ou especialistas da área, não deviam sequer publicar e falar o que não sabem. Além de anti profissionais, se tornam ridículos pela sua ignorância.
    O Brasil precisa de jornalistas sérios. Os atuais são péssimos. Precisam estudar mais.

  20. alessandro em 11 de setembro de 2019 às 08:00

    fizeram papel de palhaços…metidos a palpiteiros……

  21. Luis em 11 de setembro de 2019 às 08:38

    Quem liga??? É só não assistir, programa feito por idiotas pra idiotas. Não perco meu tempo.

  22. André BF Schierz em 11 de setembro de 2019 às 09:14

    Parabéns ao programa, ao Prochat, por terem ouvido o setor produtivo Brasileiro. Acho importante que hajam mais programas indo buscar a verdade com técnica, para que auxiliem a mostrar ao brasileiro o que temos feito nesse sentido (que é muito diferente do divulgado). Gostaria de ver a Bela Gil entrevistando o pessoal do agro (de onde vem toda a comida que ela usa p fazer alimentos) e tendo uma postura semelhante !

  23. Eduardo em 11 de setembro de 2019 às 09:15

    2,4D não é proibido muito menos comprado através do contrabando!
    Só jogamos pedra em árvore que dá fruto, por isso o AGRO é tão atacado. Podem ir batendo que nós vamos continuar carregando o Brasil nas costas!
    Está na hora de se informarem mais e falarem menos. Sujar as mãos para alimentar o mundo ninguém das cidades quer, mas falar o que não sabem fazem com o maior prazer!
    SOMOS AGRO
    SOMOS BRASILEIROS

  24. MONICA CORREA em 11 de setembro de 2019 às 09:18

    São irresponsáveis. Falam o q vem na cabeça. Não merecem audiência, resposta ou consideração. São mal intencionados, dizem coisas destrutivas sobre o pais e definitivamente nao sao patriotas. #Muda Brasil

  25. Valéria Couto Rosa em 11 de setembro de 2019 às 09:30

    É muito bom ter artistas formadores de opinião que , quando são alertados , reconhecem e corrigem seu erro .
    O agronegócio merece ser respeitado e divulgado . Temos que ter orgulho daquilo que fazemos bem .
    Devemos valorizar o que é NOSSO, não deixar que esses “de fora” venham palpitar aqui . Cada país que cuide do seu quadrado .
    Somos exemplo para o mundo , eles têm muito o que aprender conosco .
    Parabéns Fábio , seu programa demonstrou ser sério .
    Parabéns ao agronegócio brasileiro . Muito orgulho dessa área.

  26. Silvana em 11 de setembro de 2019 às 09:52

    Achei interessante falarem que o Brasil usa agrotoxico que nao são aceitos na europa e que paises de la como a França conpram aqui, porem já nao querem comprar, esta observação nao fizeram. Achei que eles (do Agro) obviamente querem é colicar na cabeça das pessoas que ta tudo certo, mas como esta na matéria são poucos que fazem certo e são prejudicados pelis que fazem errado.

  27. Gilberto Piccinini em 11 de setembro de 2019 às 11:52

    O nosso setor do agro, começa se posicionar e se defender diante de afirmações de amadores sobre o que realmente existe. Precisamos por exemplo, mudar a palavra agrotóxico por AGROQUÍMICOS.

  28. Lucia Helena em 11 de setembro de 2019 às 12:35

    Não assisto globo pois virou um lixo.

    Para mim estes FOFOQUEIROS (mídia sem informação) não merecem credibilidade.

    Há tantas condenações para a área rural, que não produz corretamente, né!

    Área urbana não produz lixo nenhum, na área urbana não há nada que contamine a população mundial.

    Vamos todos nós da área urbana produzir nossos alimentos, mas sem contaminar nada, pois já fazemos direitinho nosso dever, assim iremos continuar a viver sem poluição, sem enchentes, nossos lixos estão em locais apropriados, somos todos bons como população.

    Pessoal vá plantar árvores em 80% de seu lote de terra urbana, nesta mesma área vá criar vaca, porco, galinha, arroz, feijão, algodão, trigo, alface, etc., etc., etc., produza tudo o que você for consumir, e não se esqueça de que tem que trabalhar ainda, AÍ SIM vem e deixe sua opinião, pois a vida não é em frente ao computador em uma sala fechada com ar condicionado ligado. VÁ VIVER, pois isso é muito bom!

  29. Edwilson em 11 de setembro de 2019 às 13:39

    O problema do Brasil e este tipo de pessoa que fala o que não entendi só pra dar Ibope

  30. Tereza em 11 de setembro de 2019 às 16:15

    Procurei o trecho do programa que vocês citam, mas não encontrei. Por gentileza, podem me enviar o link?

  31. Maria Cristina em 11 de setembro de 2019 às 16:23

    Parabens pelo programa querer se retratar, mas acho que somente maquiaram as questões! Deveria ter chamado alguém do agronegócio, um agrônomo e não um engenheiro florestal ambientalista!

  32. Bernini em 11 de setembro de 2019 às 19:45

    Nunca ouvi tanta besteira na minha vida diante dos comentários nesse programa do Fábio
    Deveria lembrar, que a merda que polui rios não é do boi e sim do ser humano nas cidades que não respeitam o meio ambiente jogam seus próprios lixos e querem discutir agronegócio meio ambiente,o agricultor é o maior interessado em
    preservar a natureza pois a terra que ele possui é o seu maior patrimônio e ele vive dela e produz para carregar esse país nas costas.

    “ Nunca fale mal de um agricultor com a boca cheia”

  33. Raul Lara Resende de Carneiro em 12 de setembro de 2019 às 08:24

    É louvável a preocupação do brasileiro urbano com o meio ambiente. Mas é triste ver o setor do agronegocio ser atacado com argumentos de boteco sem fundamentos por pessoas que nunca pisaram em uma propriedade rural e não têm a menor ideia do que se trata.
    Em nossa fazenda temos 43% da área produtiva, 20% de reserva averbada, 15% de área de preservação permanente toda cercada e protegida e o restante de reserva mantida sem obrigatoriedade legal.
    O setor que mais protege o ambiente é o Agronegócio. Não faz sentido para um produtor fazer queimadas e desmatar ilegalmente.
    Por essas e outras ficamos todos patinando em um mesmo lugar e não avançamos no que realmente importa para o país.
    Cada um deveria ter o cuidado de conhecer melhor um tema antes de opinar. Especialmente figuras públicas.

  34. Adalberto em 12 de setembro de 2019 às 20:06

    Acho que os governos nas três esferas deveriam criar um gabinete, para acionar juridicamente todos os profissionais da mídia que divulgassem notícias sem fundamentos de veracidade, cobrando-lhes o direito de resposta, no mínimo. O profissional da mídia tem um canhão nas mãos e o dispara irresponsavelmente . Debocha e mentem para seus leitores / espectadores das pessoas de Bem , reputações ilibadas, etc
    O próprio Porchat já o vi fazendo comentários muito desrespeitosos ao nosso Presidente. E isso que ele passa. Essa desinformação por pura ideologia. Se não respeitarmos as instituições e o culto a verdade , não chegaremos a lugar algum.

  35. Renato em 13 de setembro de 2019 às 10:00

    Gostaria de saber quem são as pessoas com mais de dois neurônios funcionais que se dão ao luxo de perder vários minutos das suas vidas assistindo a um programa com Fábio Porchat, Bela Gil e outros excrementos humanos. Obrigado. De nada.

  36. Marcus pacheco em 13 de setembro de 2019 às 20:04

    A maior ignorância é falar daquilo que não entende.sao pessoas como esse que emprenhan pelo ouvido que estragam nosso Brasil.

  37. lucas em 15 de setembro de 2019 às 01:12

    Gostaria de saber a opinião dos tão especializados comentadores a respeito dos incêndios na amazônia e dos dados acerca do desmatamento lá

  38. Rogério Coelho em 20 de setembro de 2019 às 06:49

    Não se pode levar em conta o que um ” artista ” da rede Globolixo fala. Aliás, nem bom humorista ele é, tanto que o programa que ele tinha, não aguentou passar de um ano. Agora, um cara que se diz ” apresentador “, falar tamanha besteira, só vem endossar sua capacidade cerebral, que não produz algo aproveitável, e sim, o cérebro dele que emite gazes capazes de atingir a camada de ozônio. Quanto ao Felipe Neto, não tem nem o que comentar, com a sua baixa capacidade de raciocínio, ele pode facilmente fazer um trio, com o Fábio e o José de Abreu, em algum programa, para petistas e psolistas.

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Programa que criticou o agro admite que errou: ‘Queremos nos corrigir’

Após reação do setor, atração comandada por Fábio Porchat convidou especialista para debater o sistema de produção utilizado no Brasil

10 de setembro de 2019 às 17h11
Por Canal Rural
Gado no meio da floresta, produção sustentável

Foto: Fábio Santos/Canal Rural

O apresentador Fábio Porchat, titular do programa Papo de Segunda do canal GNT, iniciou o programa desta segunda-feira, 12, com um esclarecimento sobre o programa da semana anterior, quando foram feitas várias críticas ao agronegócio, apontado como vilão do meio ambiente.

As declarações dos apresentadores, entre eles Porchat, geraram forte reação do setor produtivo, que alegou falta de conhecimento os famosos sobre o assunto. “Recebi muitas mensagens e ligações depois daquele dia, muitas pessoas me questionaram (…). No entanto, uma delas parou para conversar comigo, foi quando eu consegui ouvir”, relatou Fábio Porchat, ao se referir ao engenheiro florestal Tasso Azevedo, líder de projeto para mapear o uso do solo no Brasil.

“Quero começar me corrigindo, pois eu disse que o cocô do boi em excesso lá no pasto, após as chuvas, corria para os rios, poluindo os rios, e depois ia para os mares, prejudicando a vida marinha. Acontece que eu vi dois documentários sobre isso, mas o meu erro foi trazer a realidade norte-americana para o Brasil, onde a maioria do gado é criada solta e não em confinamento, como é feito nos EUA, não gerando essa grande concentração de excrementos”,  disse o apresentador.

Tasso complementou esclarecendo que, no Brasil, mesmo onde há confinamento, ele é muito tecnificado e o excremento é reutilizado no pasto como forma de adubo. O especialista disse também que a poluição dos oceanos tem muito mais a ver com poluição urbana do que qualquer tipo de resíduo gerado no campo.

Gás metano?

Outro equívoco cometido por Porchat e esclarecido no programa desta segunda foi sobre o fato das flatulências dos bois prejudicarem a camada de ozônio. Em um vídeo rebatendo esta acusação, a youtuber Camila Telles já havia explicado que a maior parte dos bovinos brasileiros é criada a pasto, o que acaba equilibrando essa emissão de metano.

Tasso Azevedo, convidado do programa, foi ainda mais detalhista nessa questão que é repassada há muitos anos para atingir a agropecuária. “Na verdade, o metano vem do ‘arroto’ do gado. De fato, o gás tem uma capacidade 25% maior no aquecimento do planeta quando comparado ao CO2. Em uma conta rápida, podemos dizer que um boi produz 50 quilos de metano ao ano, que tem o efeito equivalente a uma tonelada de CO2, que é a mesma quantidade emitida por um automóvel no ano. Ou seja, um boi equivale a um carro quando o assunto é efeito estufa”, disse.

No entanto, um pasto bem manejado acaba acumulando carbono em suas raízes. “Esse pasto segura o carbono no solo e isso acaba equilibrando a emissão de metano. O que precisa ser combatido é o pasto degradado”, falou.

O engenheiro florestal ainda deixou claro que o gás emitido pelos bois não tem nada a ver com a camada de ozônio do planeta.

O agro é contra o desmatamento

Outro ponto levantado no programa foi a questão de desmatamento ilegal e como o setor do agronegócio tem reagido para que esse tipo de crime deixe de ocorrer. Segundo Tasso, há um interesse dos produtores para que a imagem do Brasil seja de um país que respeite o meio ambiente, pois isso pode ser bom, inclusive, para os negócios.

“Há um entendimento de que o crescimento por produtividade é muito mais eficiente do que o crescimento por área e o estado de São Paulo é um bom exemplo para isso, onde a cana dobrou de área, crescendo sobre o pasto e também houve aumento da área de floresta”, contou.

O convidado falou ainda do engajamento do setor produtivo no combate à grilagem de terra. “Esse desmatamento descontrolado prejudica o próprio setor. Quem faz direito acaba sendo prejudicado (…). Há um movimento para diminuir essas ações ilegais (…); o Brasil é exemplo em várias áreas, como café, cacau, papel e celulose, ou a própria cana-de-açúcar. Essas pessoas acabam sendo atingidas injustamente, mas também é preciso conviver, pois se alguém diz algo errado, é preciso esclarecer”, falou Azevedo.

Agrotóxico

Para finalizar os esclarecimentos sobre o que foi dito de errado na última semana, o programa abordou o tema agrotóxico. Na visão de muitos, os produtos são usados indiscriminadamente no Brasil, ao contrário do que fariam outros países.

Acontece que boa parte da produção brasileira é exportada e o nível de exigência dos países compradores é altíssimo em relação aos produtos. “O produtor em geral gostaria de se livrar dos agrotóxicos, pois é um insumo que custa caro. Tem uma parte que é cultura e educação, outra é necessidade e outra é inovação”, falou o especialista.

Agora mais esclarecido, o próprio Porchat refletiu sobre algumas das acusações feitas ao setor. “A gente fala da Europa, do (presidente) Macron. O Brasil autorizou o uso de agrotóxicos que são proibidos lá, mas eles compram os produtos que usam esses defensivos. Há um pouco de hipocrisia por parte dos europeus quando falam disso.”

Após um debate que durou quase 30 minutos, os apresentadores reconheceram os erros ao falar do agronegócio e se desculparam por isso. “Quando o Fábio (Porchat) começou a receber críticas, decidimos aqui entre nós que deveríamos esclarecer os erros que cometemos. Essa é uma atitude mais politicamente saudável para proposição do debate público”, concluiu Francisco Bosco, também titular do semanário.

39 comentários

  1. Luiz Pastorello em 10 de setembro de 2019 às 17:30

    Fábio Porchat,

    Sabendo de suas limitações, consideramos você inimputável.

    Recolha-se em sua Insignificância.

  2. Rui da Silva Verneque em 10 de setembro de 2019 às 17:30

    Críticas contrutivas devem ser sempre bem recebidas. No entanto, críticas sem embasamento técnico precisam ser rechaçadas de imediato. Eu como técnico e produtor fiquei particularmente muito aborrecido ao assistir as inverdades explicitadas pelos convidados do programa, inverdades estas cometidas puramente por falta de conhecimento do assunto. Se cada um fosse questionado sobre assuntos da áreea de conhecimento deles, por certo teriam sido mais felizes. Portanto, prezado Fábio Porchat, pela adimiração que tenho a sua pessoa, solicito que tenha mais cuidado ao debater assuntos de relevância (ou assuntos que estão em evidência) sempre convidando autoridades com conhecimento técnico. Desta forma, seu programa ficará mais importante e trará melhores informações para o público em geral.
    Como mensagem final, quero destacar que as árvores com raizes mais profundas não levam água para os aquiferos. As raizes mais profundas lhes dão maior capacidade de buscar água mais profundamente, dando-lhes melhores condições de sobrevivência em períodos secos, ao contrário do que ocorre com plantas que tem raizes mais superficiais.

  3. José Neiva em 10 de setembro de 2019 às 19:09

    Importante. O Senhor Tasso acusou os produtores de usar agrotóxicos contrabandeado.. Disse que o 2,4 D é proibido e que os produtores brasileiros usam tal produto via contrabando. Bela coisa esses caras falaram. Quanto às Youtuber, disse que as pastagens absorvem metano.. Realmente o Agro está bem de defensores. Rsssss

  4. Fernanda em 10 de setembro de 2019 às 19:13

    Graças a Deus ainda existem profissionais sérios e patriotas que reconhecem seus erros e buscam informações confiáveis de técnicos responsáveis.

  5. Alcides Antônio Aranda em 10 de setembro de 2019 às 19:19

    Boa noite!
    Essas pessoas desse programa é todos analfabetos.
    Coletivo de boi, multidão.
    A outra se enrolou toda, não sabe nada, fala que escuta na rua.
    Todos ptzadas, tem que acabar com essa raça.
    Gostaria de saber o que eles comem e bebem.

    • Alcides Antônio Precisa Aprender A Escrever em 12 de setembro de 2019 às 16:53

      Pra quem chama os outros de analfabeto, o senhor não escreve muito bem…

  6. Gilmar em 10 de setembro de 2019 às 19:51

    Além de se retratar tanto o Fábio quanto o Canal GNT deveriam indenizar o Agronegócio pelos prejuízos acusados ao setor que carrega o Brasil nas costas !

  7. Marcelo de Rezende em 10 de setembro de 2019 às 20:03

    Esse cara tem que ser processado.

  8. Jean em 10 de setembro de 2019 às 20:34

    O jornalismo sério pesquisa e ouve diferentes lados do ponto abordado. O que tem ocorrido de forma geral no agronegócio do Brasil é que, como o futebol, todos entendem de tudo e saem falando um monte de desinformação, que atrapalha e não constrói nada.

  9. Vania solimar Cardozo em 10 de setembro de 2019 às 21:36

    No meu entender qualquer agente difusor de falsas informações deveria ser punido pecuniariamente e profissionalmente. Qualquer profissional que comete erros em sua atuação sofre as consequências. Um caixa de banco quando comete um erro é responsabilizado imediatamente, tendo 24 horas para repor o valor. Garanto que se houvesse algum tipo de punição para essas celebridades, se preparariam quando fossem abordar qualquer assunto. Mas não, são livres pra falar qualquer merda desde que tenham público pra aplaudi -los.

  10. Marlene Pinheiro em 10 de setembro de 2019 às 23:34

    Ao falar de um assunto, precisa -se ter conhecimento, falar com alguém que realmente conheça o tema..caso contrário pode-se cometer muitas injustiças, prejudicar muito quem trabalha de sol a sol para alimentar nossa nação e ajudar outras a matar a fome de muita gente.

  11. Edson em 10 de setembro de 2019 às 23:55

    Conclusão: vai gravar chapadão e só fala merda! Depois vê o tamanho da asneira sai com essa de desculpa. Vá estudar moleque (Fabio), desocupa a moita e dá lugar p/ quem tenha competência!

  12. Marcello Cattapan em 11 de setembro de 2019 às 00:20

    @canalRural
    Infelizmente não foi bem isso que ocorreu!!
    O os cara do programa GNT falaram tanta besteira que foram obrigados a se retratar isso está visível e um deles até confessou isso no final da entrevista! Procuramos alguém!!!
    Porém aí invés de procurar um profissional da agronomia, e um produtor para realmente fazer um debate e esclarecer as bobagens faladas, o prejuízo que essas falácias causam, nitidamente escolheram um comparsa que deu uma amenizada, mas continuou denegrindo o agronegócio, sem conhecimento! É lógico, como já era de se esperar falou mal do governo!!!

    Então se pra vocês do canal rural isso foi se retratar, me desculpe, mas para nós produtores rurais, só mostraram a covardia, e não tiveram coragem de chamar alguém que nos represente de verdade!!!

  13. Valéria em 11 de setembro de 2019 às 03:29

    Bom demais jogar pedra ne.. Boa parte dos dados q Porchat mencionou vem do Painel Intergovernamental da ONU, como o da flatulência dos bois e da contaminação dos rios. Se o arroto tb contribui para a emissão de metano, isso não significa q a flatulência esteja descartada. Tem mais gado que pessoas no Brasil, e se levarmos em conta que cada um equivale a um carro e que a emissão de metano é mais grave que a de CO2, o que é retido de CO2 pelo pasto é contestavel. Até que ponto esse equilíbrio é gerado? A ineficiência do uso de terras “produtivas”, sem falar nas abandonadas é um problema político e econômico gravíssimo não vejo o governo atual comentar. Se isso afeta a imagem do setor agro é merecido, pq a bancada ruralista tem sempre lutado contra “entraves” ambientais. E isso digo por conhecer varios produtores em Goiás q tem influência política e que apoiaram este “novo” governo. Se isso nao pegasse mal la fora com as exportações duvido muito que a maioria dos produtores se importaria com preservação ou equilíbrio ambiental. A questao cultural, de educação e de mentalidade do brasileiro é que desenha esse cenário. Para além dos documentários sobre a criação de gado na Europa e nos EUA, indico o documentário “sob a pata do boi” que envolve a realidade brasileira e mostra os diferentes lados dos tipos de produtores no Brasil e a ineficiência das multas geradas pelo IBAMA (as quais nao eram pagas, agora qse nao existem…sem falar na isenção bilionária para dívidas do setor). Até teses científicas não são unânimes, não há verdade absoluta na ciência e o que esse engenheiro disse pode ser contestado. Se eu fosse o Porchat investigaria outras fontes que possam retratar a realidade brasileira no mesmo nível de entendimento sob uma perspectiva diferente.

  14. Alaerte em 11 de setembro de 2019 às 05:02

    Assisti o programa é fiquei estarrecido pela superficialidade tratada pelos ditos especialistas. Totalmente sem conhecimento. Fiquei tentando descobrir como eles vivem, como se alimentam, vestem e calça . Pois se verificarmos, tudo que comemos, vestimos e calçados tem algo do agro. Acho que vivem em outro planeta.

  15. Luiz Carlos cavalheri em 11 de setembro de 2019 às 05:10

    Verdadeiros idiotas não sabem o que falam inclusive o Fábio que eu acreditava ser um pouco mais instruído, devem pertencer a umas destas ONGs fajutas, devem ser alunos da Dilma vá ensacar vento seus idiotas. Viva o Brasil que está acima de tudo e Deus acima de todos

  16. Aliks Ghisolfi em 11 de setembro de 2019 às 06:03

    Foi divertido o momento de intelectualidade de amebas… Na minha opiniao, foi a maior garfo de todos os tempos se tratando de um programa…

  17. Emanuel em 11 de setembro de 2019 às 07:01

    Lixo esse programa da globolixo.

  18. Lucia Gutman em 11 de setembro de 2019 às 07:44

    Parabéns por se retratar! Tenha um ideal na sua vida! Procure sempre esclarecer a população de maneira correta! Nós precisamos conhecer o verdadeiro Brasil! Chega de sermos enganados!!!

  19. Rachel M Diaa em 11 de setembro de 2019 às 07:56

    Pessoas que não procuram a verdade ou especialistas da área, não deviam sequer publicar e falar o que não sabem. Além de anti profissionais, se tornam ridículos pela sua ignorância.
    O Brasil precisa de jornalistas sérios. Os atuais são péssimos. Precisam estudar mais.

  20. alessandro em 11 de setembro de 2019 às 08:00

    fizeram papel de palhaços…metidos a palpiteiros……

  21. Luis em 11 de setembro de 2019 às 08:38

    Quem liga??? É só não assistir, programa feito por idiotas pra idiotas. Não perco meu tempo.

  22. André BF Schierz em 11 de setembro de 2019 às 09:14

    Parabéns ao programa, ao Prochat, por terem ouvido o setor produtivo Brasileiro. Acho importante que hajam mais programas indo buscar a verdade com técnica, para que auxiliem a mostrar ao brasileiro o que temos feito nesse sentido (que é muito diferente do divulgado). Gostaria de ver a Bela Gil entrevistando o pessoal do agro (de onde vem toda a comida que ela usa p fazer alimentos) e tendo uma postura semelhante !

  23. Eduardo em 11 de setembro de 2019 às 09:15

    2,4D não é proibido muito menos comprado através do contrabando!
    Só jogamos pedra em árvore que dá fruto, por isso o AGRO é tão atacado. Podem ir batendo que nós vamos continuar carregando o Brasil nas costas!
    Está na hora de se informarem mais e falarem menos. Sujar as mãos para alimentar o mundo ninguém das cidades quer, mas falar o que não sabem fazem com o maior prazer!
    SOMOS AGRO
    SOMOS BRASILEIROS

  24. MONICA CORREA em 11 de setembro de 2019 às 09:18

    São irresponsáveis. Falam o q vem na cabeça. Não merecem audiência, resposta ou consideração. São mal intencionados, dizem coisas destrutivas sobre o pais e definitivamente nao sao patriotas. #Muda Brasil

  25. Valéria Couto Rosa em 11 de setembro de 2019 às 09:30

    É muito bom ter artistas formadores de opinião que , quando são alertados , reconhecem e corrigem seu erro .
    O agronegócio merece ser respeitado e divulgado . Temos que ter orgulho daquilo que fazemos bem .
    Devemos valorizar o que é NOSSO, não deixar que esses “de fora” venham palpitar aqui . Cada país que cuide do seu quadrado .
    Somos exemplo para o mundo , eles têm muito o que aprender conosco .
    Parabéns Fábio , seu programa demonstrou ser sério .
    Parabéns ao agronegócio brasileiro . Muito orgulho dessa área.

  26. Silvana em 11 de setembro de 2019 às 09:52

    Achei interessante falarem que o Brasil usa agrotoxico que nao são aceitos na europa e que paises de la como a França conpram aqui, porem já nao querem comprar, esta observação nao fizeram. Achei que eles (do Agro) obviamente querem é colicar na cabeça das pessoas que ta tudo certo, mas como esta na matéria são poucos que fazem certo e são prejudicados pelis que fazem errado.

  27. Gilberto Piccinini em 11 de setembro de 2019 às 11:52

    O nosso setor do agro, começa se posicionar e se defender diante de afirmações de amadores sobre o que realmente existe. Precisamos por exemplo, mudar a palavra agrotóxico por AGROQUÍMICOS.

  28. Lucia Helena em 11 de setembro de 2019 às 12:35

    Não assisto globo pois virou um lixo.

    Para mim estes FOFOQUEIROS (mídia sem informação) não merecem credibilidade.

    Há tantas condenações para a área rural, que não produz corretamente, né!

    Área urbana não produz lixo nenhum, na área urbana não há nada que contamine a população mundial.

    Vamos todos nós da área urbana produzir nossos alimentos, mas sem contaminar nada, pois já fazemos direitinho nosso dever, assim iremos continuar a viver sem poluição, sem enchentes, nossos lixos estão em locais apropriados, somos todos bons como população.

    Pessoal vá plantar árvores em 80% de seu lote de terra urbana, nesta mesma área vá criar vaca, porco, galinha, arroz, feijão, algodão, trigo, alface, etc., etc., etc., produza tudo o que você for consumir, e não se esqueça de que tem que trabalhar ainda, AÍ SIM vem e deixe sua opinião, pois a vida não é em frente ao computador em uma sala fechada com ar condicionado ligado. VÁ VIVER, pois isso é muito bom!

  29. Edwilson em 11 de setembro de 2019 às 13:39

    O problema do Brasil e este tipo de pessoa que fala o que não entendi só pra dar Ibope

  30. Tereza em 11 de setembro de 2019 às 16:15

    Procurei o trecho do programa que vocês citam, mas não encontrei. Por gentileza, podem me enviar o link?

  31. Maria Cristina em 11 de setembro de 2019 às 16:23

    Parabens pelo programa querer se retratar, mas acho que somente maquiaram as questões! Deveria ter chamado alguém do agronegócio, um agrônomo e não um engenheiro florestal ambientalista!

  32. Bernini em 11 de setembro de 2019 às 19:45

    Nunca ouvi tanta besteira na minha vida diante dos comentários nesse programa do Fábio
    Deveria lembrar, que a merda que polui rios não é do boi e sim do ser humano nas cidades que não respeitam o meio ambiente jogam seus próprios lixos e querem discutir agronegócio meio ambiente,o agricultor é o maior interessado em
    preservar a natureza pois a terra que ele possui é o seu maior patrimônio e ele vive dela e produz para carregar esse país nas costas.

    “ Nunca fale mal de um agricultor com a boca cheia”

  33. Raul Lara Resende de Carneiro em 12 de setembro de 2019 às 08:24

    É louvável a preocupação do brasileiro urbano com o meio ambiente. Mas é triste ver o setor do agronegocio ser atacado com argumentos de boteco sem fundamentos por pessoas que nunca pisaram em uma propriedade rural e não têm a menor ideia do que se trata.
    Em nossa fazenda temos 43% da área produtiva, 20% de reserva averbada, 15% de área de preservação permanente toda cercada e protegida e o restante de reserva mantida sem obrigatoriedade legal.
    O setor que mais protege o ambiente é o Agronegócio. Não faz sentido para um produtor fazer queimadas e desmatar ilegalmente.
    Por essas e outras ficamos todos patinando em um mesmo lugar e não avançamos no que realmente importa para o país.
    Cada um deveria ter o cuidado de conhecer melhor um tema antes de opinar. Especialmente figuras públicas.

  34. Adalberto em 12 de setembro de 2019 às 20:06

    Acho que os governos nas três esferas deveriam criar um gabinete, para acionar juridicamente todos os profissionais da mídia que divulgassem notícias sem fundamentos de veracidade, cobrando-lhes o direito de resposta, no mínimo. O profissional da mídia tem um canhão nas mãos e o dispara irresponsavelmente . Debocha e mentem para seus leitores / espectadores das pessoas de Bem , reputações ilibadas, etc
    O próprio Porchat já o vi fazendo comentários muito desrespeitosos ao nosso Presidente. E isso que ele passa. Essa desinformação por pura ideologia. Se não respeitarmos as instituições e o culto a verdade , não chegaremos a lugar algum.

  35. Renato em 13 de setembro de 2019 às 10:00

    Gostaria de saber quem são as pessoas com mais de dois neurônios funcionais que se dão ao luxo de perder vários minutos das suas vidas assistindo a um programa com Fábio Porchat, Bela Gil e outros excrementos humanos. Obrigado. De nada.

  36. Marcus pacheco em 13 de setembro de 2019 às 20:04

    A maior ignorância é falar daquilo que não entende.sao pessoas como esse que emprenhan pelo ouvido que estragam nosso Brasil.

  37. lucas em 15 de setembro de 2019 às 01:12

    Gostaria de saber a opinião dos tão especializados comentadores a respeito dos incêndios na amazônia e dos dados acerca do desmatamento lá

  38. Rogério Coelho em 20 de setembro de 2019 às 06:49

    Não se pode levar em conta o que um ” artista ” da rede Globolixo fala. Aliás, nem bom humorista ele é, tanto que o programa que ele tinha, não aguentou passar de um ano. Agora, um cara que se diz ” apresentador “, falar tamanha besteira, só vem endossar sua capacidade cerebral, que não produz algo aproveitável, e sim, o cérebro dele que emite gazes capazes de atingir a camada de ozônio. Quanto ao Felipe Neto, não tem nem o que comentar, com a sua baixa capacidade de raciocínio, ele pode facilmente fazer um trio, com o Fábio e o José de Abreu, em algum programa, para petistas e psolistas.

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