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ALEGAM PREJUÍZO

2,4-D: produtores gaúchos insistem na proibição de herbicida utilizado na soja

Mesmo após o governo gaúcho publicar duas instruções normativas para conter a deriva do 2,4-D, fruticultores e setor do vinho não estão satisfeitos

15 de julho de 2019 às 20h05
Por Canal Rural
Jacto, pulverizador, Uniport 3030 EletroVortex, defensivo agrícola, agrotóxico, agroquímico

Foto: Jacto/ divulgação

Representantes de produtores do Rio Grande do Sul se reuniram com o governador do estado nesta segunda-feira, dia 15, para pedir a suspensão imediata do herbicida 2,4-D, usado para conter a buva em plantios de soja. Instituições e associações ligadas à produção de uva, vinho, maçãs, azeitonas, erva-mate e mel alegam grande prejuízo financeiro em parreirais e pomares, além da morte de abelhas, em função da deriva do herbicida.

O governo gaúcho já publicou duas instruções normativas para conter a deriva, mas esses setores não estão satisfeitos. Aprovadas pelos representantes, as instruções normativas 05/2019 e 06/2019 foram produzidas pela equipe técnica da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, em conjunto com entidades participantes do grupo de trabalho criado para discutir o tema.

A instrução normativa 05/2019 estabelece o Termo de Conhecimento de Risco e de Responsabilidade, pelo qual o produtor rural ou representante legalmente habilitado deverá assinar a receita agronômica, ficando ciente de que os produtos agrotóxicos hormonais, inclusive os produtos com ingrediente ativo à base de ácido 2,4-diclorofenoxiacético (2,4-D), em caso de deriva, causam grandes prejuízos para as culturas sensíveis.

Já a instrução normativa 06/2019 estabelece o cadastro de aplicadores de produtos agrotóxicos hormonais e regulamenta a aplicação. O governador disse que vai encaminhar o pedido para análise do grupo de trabalho sobre o 2,4-D, e que em breve vai se manifestar sobre o pedido de suspensão ou não.

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ALEGAM PREJUÍZO

2,4-D: produtores gaúchos insistem na proibição de herbicida utilizado na soja

Mesmo após o governo gaúcho publicar duas instruções normativas para conter a deriva do 2,4-D, fruticultores e setor do vinho não estão satisfeitos

15 de julho de 2019 às 20h05
Por Canal Rural
Jacto, pulverizador, Uniport 3030 EletroVortex, defensivo agrícola, agrotóxico, agroquímico

Foto: Jacto/ divulgação

Representantes de produtores do Rio Grande do Sul se reuniram com o governador do estado nesta segunda-feira, dia 15, para pedir a suspensão imediata do herbicida 2,4-D, usado para conter a buva em plantios de soja. Instituições e associações ligadas à produção de uva, vinho, maçãs, azeitonas, erva-mate e mel alegam grande prejuízo financeiro em parreirais e pomares, além da morte de abelhas, em função da deriva do herbicida.

O governo gaúcho já publicou duas instruções normativas para conter a deriva, mas esses setores não estão satisfeitos. Aprovadas pelos representantes, as instruções normativas 05/2019 e 06/2019 foram produzidas pela equipe técnica da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, em conjunto com entidades participantes do grupo de trabalho criado para discutir o tema.

A instrução normativa 05/2019 estabelece o Termo de Conhecimento de Risco e de Responsabilidade, pelo qual o produtor rural ou representante legalmente habilitado deverá assinar a receita agronômica, ficando ciente de que os produtos agrotóxicos hormonais, inclusive os produtos com ingrediente ativo à base de ácido 2,4-diclorofenoxiacético (2,4-D), em caso de deriva, causam grandes prejuízos para as culturas sensíveis.

Já a instrução normativa 06/2019 estabelece o cadastro de aplicadores de produtos agrotóxicos hormonais e regulamenta a aplicação. O governador disse que vai encaminhar o pedido para análise do grupo de trabalho sobre o 2,4-D, e que em breve vai se manifestar sobre o pedido de suspensão ou não.

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