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CUIDADO COM MEIO AMBIENTE

No Chile, Brasil quer comprovar sustentabilidade no agronegócio

Segundo a CNA, estudos sobre o tema devem ser levados à 25ª Conferência ONU sobre Mudanças Climáticas, no Chile, em dezembro

18 de outubro de 2019 às 10h06
Por Estadão Conteúdo
meio ambiente, CAR, cadastro ambiental rural, floresta, árvore, aquecimento global, preservação, licenciamento ambiental

Foto: Agência IBGE Notícias

O Brasil deve levar à 25ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 25), no Chile, em dezembro, dados que comprovam a sustentabilidade do agro brasileiro, com o uso das tecnologias de baixa emissão de carbono e o cumprimento da legislação florestal.

Segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que reuniu na última quarta-feira, 16, em Brasília, representantes do governo e do setor privado para discutir o assunto, esses dados devem ser levados à conferência em forma de indicadores e dados científicos para mostrar o diferencial competitivo do setor.

“Um evento como a COP é importante para mostrar o que o agro brasileiro pode contribuir para a mitigação dos gases de efeito estufa, com projetos, números e ações que validem todo o potencial do nosso setor”, disse em nota o superintendente técnico da CNA Bruno Lucchi.

Para o ministro diretor do Departamento de Meio Ambiente do Itamaraty, Leonardo Cleaver Athayde, é importante que o agronegócio brasileiro demonstre um papel proativo nas discussões de mudança do clima. “Nós temos um agronegócio extremamente avançado, competitivo e que não deixa nada a desejar em relação aos nossos concorrentes. É fundamental que isso fique claro na COP.” 

O assessor especial de Assuntos Socioambientais do Ministério da Agricultura, João Adrien, destacou que o governo e o setor privado estão alinhados para participar das discussões sobre sustentabilidade no Chile, em dezembro. “Nossa agricultura tem técnicas como integração lavoura-pecuária-floresta, plantio direto, fixação biológico de nitrogênio no solo que a fazem ser sustentável e competitiva. Por isso, precisa ser promovida principalmente nesses ambientes de discussão sobre sustentabilidade.”

Nova call to action

 

 

  

 

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Por Estadão Conteúdo
meio ambiente, CAR, cadastro ambiental rural, floresta, árvore, aquecimento global, preservação, licenciamento ambiental

Foto: Agência IBGE Notícias

O Brasil deve levar à 25ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 25), no Chile, em dezembro, dados que comprovam a sustentabilidade do agro brasileiro, com o uso das tecnologias de baixa emissão de carbono e o cumprimento da legislação florestal.

Segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que reuniu na última quarta-feira, 16, em Brasília, representantes do governo e do setor privado para discutir o assunto, esses dados devem ser levados à conferência em forma de indicadores e dados científicos para mostrar o diferencial competitivo do setor.

“Um evento como a COP é importante para mostrar o que o agro brasileiro pode contribuir para a mitigação dos gases de efeito estufa, com projetos, números e ações que validem todo o potencial do nosso setor”, disse em nota o superintendente técnico da CNA Bruno Lucchi.

Para o ministro diretor do Departamento de Meio Ambiente do Itamaraty, Leonardo Cleaver Athayde, é importante que o agronegócio brasileiro demonstre um papel proativo nas discussões de mudança do clima. “Nós temos um agronegócio extremamente avançado, competitivo e que não deixa nada a desejar em relação aos nossos concorrentes. É fundamental que isso fique claro na COP.” 

O assessor especial de Assuntos Socioambientais do Ministério da Agricultura, João Adrien, destacou que o governo e o setor privado estão alinhados para participar das discussões sobre sustentabilidade no Chile, em dezembro. “Nossa agricultura tem técnicas como integração lavoura-pecuária-floresta, plantio direto, fixação biológico de nitrogênio no solo que a fazem ser sustentável e competitiva. Por isso, precisa ser promovida principalmente nesses ambientes de discussão sobre sustentabilidade.”

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